Brasil

Ônibus circulam no Rio, apesar de anúncio de greve

A RioÔnibus, que representa as empresas de ônibus, informou que os consórcios da cidade mantêm o planejamento para uma operação normal

Ônibus: outras categorias, como os professores das redes pública e privada e os bancários, também prometeram paralisações (Tânia Rêgo/Agência Brasil)

Ônibus: outras categorias, como os professores das redes pública e privada e os bancários, também prometeram paralisações (Tânia Rêgo/Agência Brasil)

AB

Agência Brasil

Publicado em 15 de março de 2017 às 08h12.

Última atualização em 15 de março de 2017 às 08h27.

Priorizar nos meus resultados Google

Apesar da greve anunciada pelos motoristas e cobradores na cidade do Rio de Janeiro, a circulação de ônibus no Grande Rio não foi prejudicada.

O Sindicato dos Motoristas e Cobradores aprovou ontem (14), em assembleia, a paralisação em protesto contra as reformas previdenciária e trabalhista propostas pelo governo federal.

Por meio de nota, a RioÔnibus, que representa as empresas de ônibus, informou que os consórcios da cidade do Rio de Janeiro mantêm o planejamento para uma operação normal.

A prefeitura informou que está monitorando toda a cidade, por conta de possíveis paralisações e manifestações previstas para hoje.

As concessionárias responsáveis pelos trens, metrô, barcas e veículo leve sobre trilhos (VLT) foram orientadas para reforçar suas operações, caso a greve dos rodoviários tenha algum impacto no transporte da população.

Outras categorias, como os professores das redes pública e privada e os bancários, também prometeram paralisações hoje no Rio de Janeiro, em protesto contra as reformas propostas pelo governo federal.

Acompanhe tudo sobre:Rio de JaneiroTransporte públicoGreves

Mais de Brasil

Zanin determina que PF entregue cópia do celular de Vorcaro até 23h de hoje

Passageiros de voos domésticos podem ser multados pela Anac a partir desta segunda

Mendonça diz que abertura de mensagens de Vorcaro pode tumultuar julgamento de Moraes

Eleição, poder e STF: como a crise na Corte mexe com a opinião pública