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No Twitter, Dilma se diz surpresa com ingerência dos EUA

'Mesmo quem viveu os anos 60 fica surpreso com a extensão da interferência americana no Brasil naquele momento', escreveu a governante em sua conta do Twitter


	Dilma Rousseff  recomendou o documentário 'O Dia que Durou 21 anos', de Camilo Tavares, a todos os seus seguidores na rede social.
 (Getty Images)

Dilma Rousseff  recomendou o documentário 'O Dia que Durou 21 anos', de Camilo Tavares, a todos os seus seguidores na rede social. (Getty Images)

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Da Redação

Publicado em 19 de outubro de 2013 às 13h23.

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Brasília -  A presidente Dilma Rousseff revelou neste sábado que a noite desta sexta-feira viu um documentário sobre o golpe militar de 1964 no país e ficou surpresa pela 'interferência' dos Estados Unidos nesse momento do Brasil.

'Mesmo quem viveu os anos 60 fica surpreso com a extensão da interferência americana no Brasil naquele momento', escreveu a governante em sua conta do Twitter após assistir ao documentário 'O Dia que Durou 21 anos', de Camilo Tavares, que recomendou a todos os seus seguidores na rede social.

O documentário, ao qual a presidente assistiu em uma pequena sala de cinema no Palácio da Alvorada, enfoca a situação política anterior ao golpe de 1º de abril de 1964.

Segundo Dilma, o trabalho de Tavares 'O filme exibe um precioso acervo de gravações e documentos oficiais dos EUA'.

A mandatária acrescentou que o longa 'Mostra gravações dos presidentes americanos, à época, endossando articulações do embaixador Lincoln Gordon a favor do golpe no Brasil'.

Apesar de sua história pessoal de militância e da recente revelação do esquema de espionagem americano do Brasil, entre outros países, Dilma afirmou que 'hoje, na política, não existem inimigos, adversários, apenas visões diferentes, divergências que podem se expressar em uma democracia'. EFE

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