Brasil

MPF pede a Moro que suspenda transferência de Bendine

Bendine está detido na carceragem da Polícia Federal, em Curitiba, e seria transferido para o Complexo Médico Penal, em Pinhais

Bendine: foi preso durante a 42ª fase da Operação Lava Jato, suspeito de ter recebido R$ 3 milhões em propina do Grupo Odebrecht (Marcos Oliveira/Agência Senado)

Bendine: foi preso durante a 42ª fase da Operação Lava Jato, suspeito de ter recebido R$ 3 milhões em propina do Grupo Odebrecht (Marcos Oliveira/Agência Senado)

AB

Agência Brasil

Publicado em 8 de agosto de 2017 às 12h14.

O Ministério Público Federal (MPF) pediu ao juiz federal Sérgio Moro a suspensão da transferência do e x-presidente da Petrobras e do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, para o Complexo Médico Penal (CMP), em Pinhais, região metropolitana de Curitiba. O réu está detido na carceragem da Polícia Federal (PF) na capital paranaense.

A defesa já havia enviado um pedido de reconsideração a Moro sob o argumento de que a filha de Bendine, que sofre de desordens psiquiátricas, teria sua situação agravada ao visitar o pai no presídio paranaense.

O procurador da República Athayde Ribeiro Costa, integrante da força-tarefa da Operação Lava Jato, assina o pedido do MPF.

"Considerando o relato do acautelado Aldemir Bendine, o MPF requer, por ora, a suspensão da decisão que determinou a transferência para o CMP, com intuito de melhor avaliar as condições de visitação daquela unidade, bem como a real situação de sua família", diz a petição.

Aldemir Bendine foi preso no dia 27 de julho, durante a 42ª fase da Operação Lava Jato, suspeito de ter recebido R$ 3 milhões em propina do Grupo Odebrecht.

 

Acompanhe tudo sobre:BB – Banco do BrasilPetrobrasOperação Lava JatoMinistério PúblicoPolícia Federal

Mais de Brasil

Flávio Bolsonaro parabeniza Fujimori e organiza alianças com direita latina

Legislativo cria modelo único com foco no desenvolvimento regional em SC

Jaques Wagner deixa liderança do governo no Senado após ser alvo da PF

Preço de passagens aéreas sobe 11% em maio com alta dos combustíveis