Brasil

MP decide reabrir inquérito contra Pezão por falhas na Saúde

O colegiado decidiu pela não homologação de arquivamento do inquérito civil que investigou ato de improbidade administrativa atribuído ao governador

Pezão: o inquérito foi instaurado a partir de representação do Conselho Regional de Medicina do Rio (Tomaz Silva/Agência Brasil/Agência Brasil)

Pezão: o inquérito foi instaurado a partir de representação do Conselho Regional de Medicina do Rio (Tomaz Silva/Agência Brasil/Agência Brasil)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 26 de janeiro de 2017 às 19h38.

São Paulo - O Ministério Público do Rio decidiu reabrir inquérito contra o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), por supostas falhas nos investimentos da área da Saúde.

A decisão foi tomada pelo Conselho Superior do Ministério Público. Nesta quinta-feira, 26, o colegiado de cúpula, por 6 votos a 3, decidiu pela não homologação da promoção de arquivamento do inquérito civil que investigou ato de improbidade administrativa atribuído ao governador.

O inquérito foi instaurado a partir de representação do Conselho Regional de Medicina do Rio, que argumentou 'falhas nos investimentos na área de Saúde por parte do Governo do Estado'.

O Conselho Superior é um colegiado de cúpula do Ministério Público que detém competência para endossar ou rejeitar promoções de arquivamento de inquéritos de natureza civil - com base na Lei da Improbidade.

O colegiado deliberou ainda, por unanimidade, pela remessa dos autos do processo ao procurador de Justiça decano do Conselho, Ricardo Ribeiro Martins, para ajuizamento da ação civil pública.

Defesa

Por meio de sua Assessoria de Comunicação, o governador do Rio declarou. "As exigências de repasses para a Saúde foram integralmente cumpridas pelo governo do Estado do Rio de Janeiro. As contas do Estado referentes ao ano de 2015 foram aprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado."

Acompanhe tudo sobre:Rio de JaneiroSaúde

Mais de Brasil

Como a guerra no Oriente Médio chegou ao caixa das transportadoras brasileiras

Comissão da Câmara aprova fim da escala 6x1 e redução de jornada para 40h

Mercado ilegal bate recorde no Brasil e chega a R$ 514 bilhões, diz relatório

Nunes Marques dá à PGR 20 dias para se manifestar sobre pedido de Bolsonaro para rever condenação