Brasil

Ministro reconhece violência em protestos, que devem voltar

De acordo com Carvalho, repressão do Estado foi resultado da violência praticada por alguns grupos de manifestantes


	Manifestações: "Junho não acabou. Processo pode estar em dormência, mas a semente deverá gerar frutos muito grandes, de difícil percepção e compreensão do que poderá ocorrer", disse Gilberto Carvalho
 (Getty Images/Rafael S. Fabres)

Manifestações: "Junho não acabou. Processo pode estar em dormência, mas a semente deverá gerar frutos muito grandes, de difícil percepção e compreensão do que poderá ocorrer", disse Gilberto Carvalho (Getty Images/Rafael S. Fabres)

DR

Da Redação

Publicado em 11 de agosto de 2014 às 14h34.

São Paulo - O ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, reconheceu que houve repressão "de grande" proporção por parte do Estado durante as manifestações em junho do ano passado mas avalia que novas manifestações devem voltar a acontecer.

"Junho não acabou. Processo pode estar em dormência, mas a semente deverá gerar frutos muito grandes, de difícil percepção e compreensão do que poderá ocorrer", disse.

De acordo com Carvalho, essa repressão foi resultado da violência praticada por alguns grupos de manifestantes e teria sido um dos motivos que precipitaram o fim de alguns protestos.

"A prática da violência de alguns grupos acabou precipitando o fim de algumas manifestações, porque tivemos repressão de grande proporção por parte do Estado, temos que reconhecer", afirmou a estudantes durante aula pública na Faculdade de Direito da USP.

Acompanhe tudo sobre:Política no BrasilProtestosViolência policialProtestos no Brasil

Mais de Brasil

CNH automática para 'bom condutor' entra em vigor nesta segunda-feira; veja como obter

Alfa, Gerp e Quaest: quando saem e quais são as próximas pesquisas eleitorais?

Ministério da Saúde anuncia suspensão de vacina da dengue do Butantan após mortes suspeitas

Nunes Marques suspende pesquisa eleitoral da AtlasIntel que aponta queda de Flávio Bolsonaro