Brasil

Ministério reconhece estado de calamidade pública no Amapá

Medida permite ao governo federal antecipar pagamentos de aposentadorias e benefícios assistenciais

Ministério reconhece estado de calamidade pública no Amapá (Rudja Santos/Amazônia Real/Divulgação)

Ministério reconhece estado de calamidade pública no Amapá (Rudja Santos/Amazônia Real/Divulgação)

AB

Agência Brasil

Publicado em 22 de novembro de 2020 às 16h20.

Priorizar nos meus resultados Google

O Ministério do Desenvolvimento Regional publicou portaria em que reconhece o estado de calamidade pública no Amapá. No dia 3 de novembro, um incêndio no transformador de uma subestação de energia deixou 14 das 16 cidades do estado sem luz. Foram mais de 80 horas sem energia elétrica e atualmente a população continua com o fornecimento limitado, em sistema de rodízio.
Em portaria publicada ontem (21) no Diário Oficial da União, o secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, Alexandre Lucas Alves, reconhece “por procedimento sumário, o estado de calamidade pública na área do território do estado do Amapá, afetada pelo desastre”.

O Amapá já estava em estado de emergência quando foram repassados R$ 21,5 milhões ao estado para o aluguel de geradores e a compra de combustível.

Na prática, não há diferença entre estado de emergência ou calamidade. Mas o estado de calamidade dá mais segurança jurídica e permite ao governo federal antecipar pagamentos de aposentadorias e benefícios assistenciais como Benefício de Prestação Continuada (BPC) e Bolsa Família.

Segundo o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, a carga completa poderá voltar ao normal até 26 de novembro.

Acompanhe tudo sobre:AmapáMinistério do Desenvolvimento Regional

Mais de Brasil

7 de Setembro: Flávio Bolsonaro realiza ato na Paulista com Tarcísio, Nikolas e Michelle

7 de Setembro: Lula mantém agenda institucional e participa de desfile em Brasília

Lula em Brasília e Flávio Bolsonaro em SP: como será o 7 de Setembro dos candidatos

Lula volta a defender soberania e diz que Brasil não deve ‘baixar a cabeça’ para estrangeiros