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Membros da CPI do Cachoeira pedem inquérito paralelo à PGR

Segundo o grupo a PGR pode investigar fatos que não foram apurados pela CPI ou que foram apenas superficialmente analisados


	Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira: os parlamentares estão usando as informações coletadas pela CPI para fazer a representação na PGR
 (Antônio Cruz/Agência Brasil)

Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira: os parlamentares estão usando as informações coletadas pela CPI para fazer a representação na PGR (Antônio Cruz/Agência Brasil)

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Da Redação

Publicado em 21 de novembro de 2012 às 21h47.

Brasília - No mesmo dia que o relator da CPI do Cachoeira, deputado Odair Cunha (PT-MG), divulgou seu parecer final, um grupo de parlamentares que integram a comissão foi até à Procuradoria-Geral da República (PGR) ingressar com uma representação para que seja feita uma investigação paralela à feita pelo Congresso.

Segundo o grupo, formado pelos senadores Pedro Taques (PDT-MT), Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) e pelos deputados Onyx Lorenzoni (DEM-RS) e Rubens Bueno (PPS-PR), a PGR pode investigar fatos que não foram apurados pela CPI ou que foram apenas superficialmente analisados.

No documento, o grupo pede que se analise o eventual indiciamento de pessoas acusadas de terem relações com o empresário, entre elas o dono da construtora Delta, Fernando Cavendish, os governadores de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), de Tocantins, Siqueira Campos )PSDB), e o prefeito de Palmas, Raul Filho (PT).

Entre esses, Agnelo foi alvo de investigação da CPI, mas o relator não considerou haver provas para pedir sua responsabilização criminal.

Já os governadores de Tocantins e do Rio de Janeiro não foram investigados pela comissão. Os demais foram investigados e o relator pediu seus indiciamentos.

Os parlamentares estão usando as informações coletadas pela CPI para fazer a representação na PGR.

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