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Light diz que vai rever modernização da rede subterrânea no Rio

De acordo com a concessionária de energia elétrica, em 2010 foram 1.040 câmaras reparadas em um plano estratégico

Estação de distribuição elétrica da Light: Eduardo Paes quer auditoria sobre explosão (Junius/Wikimedia Commons)

Estação de distribuição elétrica da Light: Eduardo Paes quer auditoria sobre explosão (Junius/Wikimedia Commons)

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Da Redação

Publicado em 4 de abril de 2011 às 14h47.

Rio de Janeiro - A concessionária de energia elétrica da capital fluminense, a Light, informou hoje (4) que vai rever o plano de modernização da rede subterrânea, depois que uma câmara subterrânea explodiu na zona sul da cidade, na última sexta-feira (1º), deixando cinco feridos.

Em nota, a empresa voltou a pedir desculpas à população e explicou que está direcionando ações para as 130 câmaras subterrâneas que não foram modernizadas. Segundo a concessionária, em 2010, um plano estratégico identificou 1.170 câmaras com problemas, das quais 1.040 foram reparadas.

"Diante da última ocorrência, as ações estão sendo revistas e o trabalho da força-tarefa multifuncional está sendo redirecionado para as 130 câmaras, mesmo que em alguns casos tenha que ocorrer interrupções no fornecimento de energia elétrica", disse a Light, em nota.

A Light reforçou que investe na recuperação e no monitoramento da rede subterrânea desde o ano passado e que foi surpreendida com o acidente. A empresa afirma que prestou assistência aos feridos do acidente e se comprometeu com a reparação de danos materiais.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou hoje que fará uma fiscalização sigilosa para apurar as causas da explosão em Copacabana e que também verificará se a empresa cumpre o plano de modernização para evitar esse tipo de acidente.

O prefeito da cidade, Eduardo Paes, também quer contratar uma auditoria independente para apurar as causas da explosão de câmaras subterrâneas, que tem se tornado um problema recorrente. A Procuradoria-Geral do Município estuda uma medida judicial para cobrar solução para o problema.

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