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Justiça bloqueia R$ 1,67 milhão de prefeito amazonense

Barros é réu em uma ação de improbidade administrativa pela não prestação de contas de um convênio de R$ 2,1 mi para execução de obra

Dinheiro: na ação, o MPF também pede a perda da função pública do prefeito (Rafael Neddermeyer/Fotos Públicas)

Dinheiro: na ação, o MPF também pede a perda da função pública do prefeito (Rafael Neddermeyer/Fotos Públicas)

AB

Agência Brasil

Publicado em 20 de fevereiro de 2018 às 21h36.

A Justiça Federal bloqueou hoje (20) R$ 1,67 milhão em bens e valores do prefeito de Lábrea (AM), Gean Campos de Barros.

O montante correspondente ao valor atualizado dos recursos recebidos pelo município do governo federal e que não tiveram a prestação de contas apresentada pelo prefeito.

Barros é réu em uma ação de improbidade administrativa movida pelo Ministério Público Federal (MPF) pela não prestação de contas de um convênio de R$ 2,1 milhões para execução de obra de infraestrutura urbana. O dinheiro seria destinado à construção de calçadas, meios-fios e sarjetas no município de Lábrea.

Na ação, o MPF também pede a perda da função pública do prefeito, a suspensão de seus direitos políticos por até dez anos e pagamento de multa.

Contas reprovadas

Também nesta terça-feira, o Tribunal de Contas do Amazonas decidiu por unanimidade reprovar as contas do ex-prefeito do município de Nhamundá Gledson Machado, referentes ao exercício de 2015.

O ex-prefeito deverá devolver R$ 3,3 milhões aos cofres públicos por irregularidades detectadas pelos técnicos do tribunal. Entre elas, a ausência de comprovação de diversas obras apresentadas na prestação de contas, como urbanização de vias públicas, recuperação de calçadas e a construção de uma escola municipal.

A reportagem entrou em contato com Gean Campos de Barros e Gledson Machado, mas não obteve retorno.

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