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Indio da Costa vai lançar pré-candidatura no Rio

Político diz que trabalha por um aliança de partidos como o PSB, o PSDB, o PV, o PROS e o Solidariedade


	Indio da Costa: polítco é o atual presidente do PSD-RJ, e foi vice da chapa de José Serra para eleições de 2010
 (José Cruz/AGÊNCIA BRASIL)

Indio da Costa: polítco é o atual presidente do PSD-RJ, e foi vice da chapa de José Serra para eleições de 2010 (José Cruz/AGÊNCIA BRASIL)

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Da Redação

Publicado em 2 de janeiro de 2014 às 18h09.

Rio - Candidato a vice-presidente na chapa do tucano José Serra (PSDB) em 2010, o presidente do PSD-RJ, ex-deputado Indio da Costa, deixou a secretaria municipal de Esportes e Lazer do Rio e vai se lançar pré-candidato ao governo do Estado. A exoneração foi publicada no Diário Oficial desta quinta-feira, 2.

Indio diz que trabalha por um aliança de partidos como o PSB, o PSDB, o PV, o PROS e o Solidariedade, a fim de lançar uma candidatura capaz de enfrentar os prováveis candidatos Luiz Fernando Pezão (PMDB); Lindbergh Farias (PT); Anthony Garotinho (PR) e Marcello Crivella (PRB).

Fundado em 2011, o PSD se aproximou do prefeito Eduardo Paes e do governador Sérgio Cabral, ambos do PMDB, mas agora assume postura de independência. No plano nacional, o PSD do Rio não seguirá o presidente nacional do partido, Gilberto Kassab, no apoio à reeleição da presidente Dilma Rousseff.

Segundo Indio, na disputa pela Presidência da República, o PSD-RJ vai apoiar Aécio Neves (PSDB), Eduardo Campos (PSB) ou oferecer palanque para os dois candidatos. Indio da Costa lembra que há outras opções de nomes para disputar o governo do Rio pelo campo da oposição, como o técnico de vôlei Bernardinho, que se filiou ao PSDB, e o deputado Miro Teixeira (PROS), entre outros. "Não serei candidato a qualquer custo, estamos conversando com vários partidos.

No Rio, todos os candidatos lançados até agora apoiam o PT nacional. Ao mesmo tempo, existe um grupo de partidos próximos ao candidatos de oposição nacional, Aécio Neves e Eduardo Campos. Se houver várias candidaturas do mesmo campo, não há chance de chegarmos ao segundo turno. Mas se construirmos uma aliança e fizermos uma campanha diferente de tudo que já se viu, podemos disputar o segundo turno com um dos candidatos que apoiam o PT nacional", diz Indio.

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