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Ibope: Bolsonaro tem 32% e Haddad está com 23%

Um eventual segundo turno entre os dois candidatos tem empate técnico: Haddad com 43% e Bolsonaro com 41%.

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 (Ricardo Moraes/Reuters)

(Ricardo Moraes/Reuters)

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João Pedro Caleiro

Publicado em 3 de outubro de 2018, 18h58.

Última atualização em 3 de outubro de 2018, 20h11.

São Paulo - Jair Bolsonaro tem 32% das intenções de voto, de acordo com pesquisa Ibope/Estado/TV Globo divulgada na noite desta quarta-feira (03), enquanto Fernando Haddad (PT) está com 23%.

Em relação a pesquisa anterior, divulgada na segunda-feira (01), Bolsonaro ganhou um ponto percentual e Haddad ganhou dois.

O movimento ficou dentro da margem de erro, que é de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. O Ibope ouviu 3.010 eleitores, em 209 municípios, entre os dias 1º e 2 de outubro.

Ciro Gomes (PDT) foi de 11% para 10% enquanto Geraldo Alckmin (PSDB) foi de 8% para 7%. Marina Silva (Rede) ficou em 4%.

João Amoêdo (Novo) foi de 3% para 2%, Henrique Meirelles (MDB) manteve os mesmos 2% da pesquisa de segunda. Alvaro Dias (Podemos) foi de 2% para 1% e Cabo Daciolo (Patriota) manteve 1%.

Brancos e nulos foram de 12% para 11% e o percentual dos que não sabem ou não responderam foi de 5% para 6%.

Nos votos válidos, Bolsonaro manteve os mesmos 38% da pesquisa anterior e Haddad somou 28%, três pontos percentuais acima do nível de segunda-feira.

Segundo turno

Um eventual segundo turno entre os dois candidatos na liderança mostra empate técnico: Haddad com 43% e Bolsonaro com 41%. Na pesquisa anterior, eles empatavam com 42%.

Em outras simulações, Bolsonaro é derrotado por Ciro (46% contra 39%) e perde numericamente para Alckmin, mas em empate técnico dentro da margem de erro (41% X 40%).

Bolsonaro venceria Marina numericamente, mas em empate técnico no limite da margem de erro: 43% contra 39%.

Veja a evolução das taxas de rejeição em relação a pesquisa Ibope da segunda:

Jair Bolsonaro: de 44% para 42%

Fernando Haddad: de 38% para 37%

Marina Silva: de 25% para 23%

Ciro Gomes: de 18% para 16%

Geraldo Alckmin: de 19% para 17%

(Com Reuters)