Brasil

Haddad diz que é alternativa para população insatisfeita

Como de costume, Haddad criticou o que chamou de falta de investimento em transporte público e o "abandono" da educação

Fernando Haddad, ministro da Educação: novas regras para as universidades

Fernando Haddad, ministro da Educação: novas regras para as universidades

DR

Da Redação

Publicado em 3 de agosto de 2012 às 18h52.

São Paulo - Em plenária com militantes do PT da região da Casa Verde, o pré-candidato do partido à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, disse nesta sexta-feira que os oito anos de gestão José Serra/Gilberto Kassab representaram a década perdida para a cidade. "São Paulo não tem mais oito anos para perder. Esta década foi perdida, não temos outra década para perder", disse o petista.

Em 20 minutos de discurso, Haddad citou a mais recente pesquisa Ibope que apontou que 39% da população classificam como ruim ou péssimo a atual administração municipal. "Se esse pessoal (insatisfeitos) buscar alternativa, vão encontrar na nossa plataforma uma alternativa de mudança", afirmou.

Como de costume, Haddad criticou o que chamou de falta de investimento em transporte público, o "abandono" da educação e atacou a gestão municipal na área da saúde, principalmente as AMAs. "Ele não construiu mais AMAs, ele apertou o posto de saúde para por a AMA", criticou. O petista condenou também a política municipal para a área de habitação. "Dá muita pena ver famílias vivendo do jeito que estão vivendo: em condições sub-humanas. Nosso partido não vai aceitar isso".

Acompanhe tudo sobre:Políticos brasileirosPolítica no Brasilcidades-brasileirasMetrópoles globaisSão Paulo capitalEleiçõesFernando HaddadPrefeitos

Mais de Brasil

CNH automática para 'bom condutor' entra em vigor nesta segunda-feira; veja como obter

Alfa, Gerp e Quaest: quando saem e quais são as próximas pesquisas eleitorais?

Ministério da Saúde anuncia suspensão de vacina da dengue do Butantan após mortes suspeitas

Nunes Marques suspende pesquisa eleitoral da AtlasIntel que aponta queda de Flávio Bolsonaro