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Governo prevê maior uso do seguro-desemprego em 2010

Deverão ser gastos, ao longo do ano, R$ 22,6 bilhões no pagamento do benefício ante R$ 20 bilhões gastos no ano passado.

 A previsão é que até o fim do ano 8,5 milhões de trabalhadores recebam o benefício. (Jorge Rosenberg/VEJA)

A previsão é que até o fim do ano 8,5 milhões de trabalhadores recebam o benefício. (Jorge Rosenberg/VEJA)

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Da Redação

Publicado em 3 de fevereiro de 2011 às 00h38.

Brasília - O governo prevê que gastará 13% a mais com pagamento do seguro-desemprego este ano, em comparação com 2010. Segundo a mensagem presidencial enviada hoje (2) ao Congresso Nacional, deverão ser gastos, ao longo do ano, R$ 22,6 bilhões no pagamento do benefício ante R$ 20 bilhões gastos no ano passado.

De acordo com o Ministério do Trabalho, o aumento deve ocorrer em virtude do aumento da quantidade de trabalhadores empregados, da rotatividade do mercado de trabalho e, também, da elevação do valor do salário mínimo. Segundo o ministério, apesar do seguro-desemprego não ter o valor vinculado diretamente ao salário-mínimo, o Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) tem reajustado o valor do benefício conforme o reajuste do mínimo.

De acordo com cálculos do governo contidos na mensagem da presidenta Dilma Rousseff ao Congresso, o número de trabalhadores beneficiados pelo seguro-desemprego será maior este ano em comparação com 2010. A previsão é que até o fim do ano 8,5 milhões de trabalhadores recebam o benefício. No ano passado, 6,52 milhões de desempregados foram atendidos pelo seguro.

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