Fungos no ar condicionado do STF podem ter deixado Toffoli doente

Boletim não descarta ácaro ou bactéria; médica indica "a coleta de materiais e avaliação do sistema predial de ar condicionado" da mais alta corte do Brasil

Boletim médico sobre o estado de saúde do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, diz que ele pode ter ficado doente por causa do ar condicionado da Corte.

Segundo os médicos do Hospital DFSTar, o diagnóstico indica alta probabilidade de “a reação alérgica ter sido ocasionada em razão das instalações prediais laborais, em especial pelos sistemas de ar condicionado”.

No último fim de semana, Toffoli foi internado pela segunda vez em pouco mais de dois meses com um quadro de “pneumonite por hipersensibilidade“.

Foram descartadas infecções virais, incluindo covid-19. As hipóteses são fungos, ácaros ou bactérias.

“Em razão disso, a cardiologista intensivista Ludhmilla Hajjar indicou ao Supremo Tribunal Federal a realização de um estudo do ambiente de trabalho, com a coleta de materiais e avaliação do sistema predial de ar condicionado”, diz trecho de nota assinada pela própria Ludhmila, o pneumologista  João Pantoja, e o diretor-geral do hospital, Pedro Henrique Loretti.

De acordo com as informações oficiais, o ministro encontra-se no quarto e passa bem, mas ainda sem previsão de alta.

Leia na íntegra a nota do hospital sobre a saúde de Dias Toffoli:

“O Hospital DFStar informa que, após duas internações em razão de quadro respiratório, o estado de saúde do Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ministro Dias Toffoli, encontra-se em perfeitas condições.

Foram descartadas infecções virais incluindo COVID-19, sendo feito o diagnóstico de pneumonite por hipersensibilidade causada por algum agente possível do meio ambiente, com as hipóteses de fungos, ácaros ou bactérias.

O diagnóstico médico também indica a alta probabilidade de a reação alérgica ter sido ocasionada em razão das instalações prediais laborais, em especial pelos sistemas de ar condicionado.

Em razão disso, a cardiologista intensivista Ludhmilla Hajjar indicou ao Supremo Tribunal Federal a realização de um estudo do ambiente de trabalho, com a coleta de materiais e avaliação do sistema predial de ar condicionado.

O ministro encontra-se no quarto e passa bem, mas ainda sem previsão de alta.”

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