Brasil

Funcionários da Unicamp encerram greve após 112 dias

Servidores aceitaram a proposta feita pela reitoria, de aumento de 5,2% nos salários e abono de 28,6%


	Unicamp: greve foi a mais longa da história da universidade
 (Creative Commons/Creative Commons)

Unicamp: greve foi a mais longa da história da universidade (Creative Commons/Creative Commons)

DR

Da Redação

Publicado em 11 de setembro de 2014 às 20h25.

São Paulo - Após 112 dias parados, os servidores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) decidiram na tarde desta quinta-feira, 11, encerrar a greve iniciada para reivindicar reajuste salarial.

O grupo aceitou a proposta feita pela reitoria, de aumento de 5,2% nos salários e abono de 28,6% para recompor as perdas inflacionárias desde maio, quando começou a negociação do dissídio.

A decisão foi tomada em assembleia com cerca de 600 grevistas. Os benefícios serão pagos uma semana depois do retorno às atividades.

Outra promessa feita pela reitoria é levar à frente a equiparação dos pisos salariais entre as carreiras na Unicamp e na Universidade de São Paulo (USP).

A greve foi a mais longa da história da Unicamp. Os funcionários devem retornar ao trabalho na segunda-feira, 15.

Acompanhe tudo sobre:Ensino superiorFaculdades e universidadesUnicampEducação no BrasilGreves

Mais de Brasil

Parada LGBT+ de São Paulo reúne 36,8 mil pessoas, aponta levantamento

Parada LGBT+ de SP: veja a programação completa dos 14 trios da 30ª edição

Lula ou Flávio Bolsonaro: quem está na frente nas últimas pesquisas para presidente

Caiado e Zema só devem crescer após início da campanha, diz CEO do Ideia