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Força tarefa da Aneel fiscalizará barragens de usinas hidrelétricas

Medida preventiva é tomada após rompimento da barragem da mina Córrego do Feijão, da Vale, em Brumadinho (MG)

Hidrelétricas: Aneel é responsável pela fiscalização de 437 usinas (Ueslei Marcelino/Reuters)

Hidrelétricas: Aneel é responsável pela fiscalização de 437 usinas (Ueslei Marcelino/Reuters)

AB

Agência Brasil

Publicado em 30 de janeiro de 2019 às 19h25.

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou que hoje (30) que criará uma força-tarefa para fiscalizar, presencialmente, até maio, as barragens de cerca de 130 hidrelétricas, até maio. A medida foi tomada após o rompimento da barragem da mina Córrego do Feijão, da Vale, em Brumadinho (MG), na sexta-feira (25). O rompimento da barragem deixou dezenas de mortos e centenas de desaparecidos.

A fiscalização será realizada em parceria com agências estaduais de São Paulo, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Goiás. "Vamos chamar aqui as agências estaduais conveniadas para avançar, em 2019, nessa campanha de fiscalização, juntamente com equipes credenciadas e com o pessoal próprio de fiscalização da Aneel", disse o diretor-geral da Aneel, André Pepitone.

A Aneel é responsável pela fiscalização de 437 hidrelétricas, que totalizam 616 barragens, já que alguns empreendimentos têm mais de um barramento. A agência informou que entre 2016 e 2018 fez vistorias presenciais em 122 usinas.

A força-tarefa deste ano contemplará usinas que não foram visitadas nesse período. As prioridades ficarão para duas usinas cujas as barragens apresentam maior risco: Americana e Pirapora, ambas em São Paulo.

"As usinas restantes, que não estão na previsão para vistorias presenciais, são as que oferecem menor risco. Mesmo assim, elas passarão por monitoramentos da agência", disse a Aneel, acrescentando que vai exigir este ano atualização dos Planos de Segurança de Barragem de todas as usinas que estão sob sua fiscalização, independentemente no nível de risco.

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