Brasil

Duas vítimas do tiroteio em Copacabana permanecem internadas

Duas vítimas do tiroteio ocorrido durante o réveillon em Copacabana, na zona sul do Rio, ainda permanecem internadas sem previsão de deixar o hospital


	Copacabana, no Rio de Janeiro: no tiroteio, 12 pessoas ficaram feridas
 (Agência Brasil)

Copacabana, no Rio de Janeiro: no tiroteio, 12 pessoas ficaram feridas (Agência Brasil)

DR

Da Redação

Publicado em 3 de janeiro de 2014 às 16h29.

Priorizar nos meus resultados Google

Rio de Janeiro – Duas vítimas do tiroteio ocorrido durante o réveillon em Copacabana, na zona sul do Rio, receberam alta hoje (3). Dois ainda permanecem internados sem previsão de deixar o hospital. Segundo a Polícia Civil, as investigações estão em andamento e oito policiais militares envolvidos na ação já foram ouvidos.

A polícia aguarda a recuperação das vítimas para que elas sejam ouvidas. No tiroteio, 12 pessoas ficaram feridas.

A Polícia Civil informou ainda que, de acordo com a 12ª Delegacia Policial, em Copacabana, as armas apreendidas dos oito policiais foram encaminhadas para a perícia. Também foi solicitada as imagens de câmeras de segurança instaladas na região para ajudar nas investigações.

O homem identificado como Adilson Rufino da Silva, de 34 anos, suspeito de pegar a arma do coldre de um policial militar e atirar, permanece internado no Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea, zona sul.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o estado clínico dele "é estável e não tem previsão de alta".

Um policial militar, cujo nome não foi revelado pela corporação, permanece internado sem previsão de alta, no Hospital Central da Polícia Militar e, segundo a assessoria da instituição, o estado de saúde dele é estável.

A psicóloga Adriana Freitas e a filha Maria Clara Freitas, de 7 anos, foram transferidas na noite de quarta-feira (1º) do Hospital Miguel Couto para o Hospital Unimed Resende, no sul do estado.

A assessoria do hospital informou que as duas deixaram a unidade na noite de ontem (2). Elas foram atingidas por tiros quando jantavam em um restaurante, pouco antes da virada do ano.

Acompanhe tudo sobre:Rio de Janeirocidades-brasileirasMetrópoles globaisViolência urbanaPolícia Civil

Mais de Brasil

Lula volta a defender soberania e diz que Brasil não deve ‘baixar a cabeça’ para estrangeiros

TSE autoriza pronunciamento de Lula sobre 7 de setembro neste domingo

Em 20 dias de campanha, Lula fica mais em Brasília e Flávio concentra agendas em SP e Rio

Agregador Inteligov/EXAME: Moro lidera no Paraná com vantagem de 20,9 pontos