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Defensoria Pública do DF abre procedimento para apurar saúde de Bolsonaro na prisão

Órgão afirmou que caso está em fase inicial; análise foi iniciada a pedido de parlamentares após o ex-presidente cair e bater a cabeça

Publicado em 13 de janeiro de 2026 às 21h06.

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A Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) instaurou, nesta terça-feira, 13 de janeiro, um procedimento para analisar informações relacionadas às condições de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está preso na Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília.

Segundo a DPDF, a medida foi adotada a partir do recebimento de ofícios do senador Izalci Lucas (PL-DF) e do deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO), apresentados após o ex-presidente cair e bater a cabeça na cela onde cumpre pena.

Os parlamentares solicitaram que o órgão realize uma inspeção presencial na cela, verifique a assistência médica oferecida ao ex-presidente e avalie a necessidade de eventuais medidas de caráter humanitário.

Em nota, a Defensoria informou que, diante das comunicações encaminhadas, instaurou procedimento “para averiguar os fatos noticiados, no exercício de suas atribuições constitucionais de fiscalização e de garantia dos direitos fundamentais das pessoas sob custódia do Estado”.

O órgão disse ainda que o caso está em fase inicial e que não há decisão tomada até o momento.

“A instituição reforça que atua de forma técnica, imparcial e independente, sem juízo prévio de mérito, observando rigorosamente os trâmites legais e institucionais”, afirmou.

Leia a íntegra da nota da DPDF

"A Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) informa que recebeu ofícios do Senador Izalci Lucas e do Deputado Federal Gustavo Gayer solicitando a análise de informações relacionadas às condições de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro, no contexto de sua custódia pela Polícia Federal.

Diante das comunicações encaminhadas, a DPDF instaurou procedimento para averiguar os fatos noticiados, no exercício de suas atribuições constitucionais de fiscalização e de garantia dos direitos fundamentais das pessoas sob custódia do Estado.

A instituição esclarece que, até o momento, não houve qualquer deliberação ou decisão conclusiva sobre o caso, uma vez que o procedimento encontra-se em fase inicial de tramitação interna.

A instituição reforça que atua de forma técnica, imparcial e independente, sem juízo prévio de mérito, observando rigorosamente os trâmites legais e institucionais. Eventuais informações adicionais somente serão prestadas se e quando houver a conclusão do procedimento ou deliberação oficial a respeito do tema."

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