Buscando união, centrais fazem ato contra reforma da Previdência

Segundo os organizadores, ao final do ato, será anunciado 14 de junho como a data da greve geral nacional contra a reforma da Previdência
Manifestação: em São Paulo, o ato 1º de Maio ocupa o Vale do Anhangabaú (Reprodução/Facebook/CUT)
Manifestação: em São Paulo, o ato 1º de Maio ocupa o Vale do Anhangabaú (Reprodução/Facebook/CUT)
Por Estadão ConteúdoPublicado em 01/05/2019 11:27 | Última atualização em 01/05/2019 11:27Tempo de Leitura: 1 min de leitura

São Paulo - Manifestantes estão nas ruas em todo o País neste 1º de maio, Dia do Trabalho, para protestar contra a reforma da Previdência.

O movimento, organizado pelas frentes sindicais, tenta marcar uma união da esquerda contra o governo de Jair Bolsonaro.

Em São Paulo, o ato é uma organização conjunta de CUT, Força Sindical, CTB, UGT, Intersindical, CSB, CGTB, Nova Central, CSP-Conlutas, Frente Brasil Popular e Frente Povo Sem Medo.

Segundo os organizadores, ao final do ato, será anunciado 14 de junho como a data da greve geral nacional contra a reforma da Previdência.

Em São Paulo, o ato 1º de Maio unitário das Centrais Sindicais e Frentes ocupa o Vale do Anhangabaú, no centro da capital. Estão previstos protestos em vários pontos no País, como Rio de Janeiro, Ceará, Bahia, Brasília e Mato Grosso.

Nesta manhã, a aglomeração na capital paulista ainda era pequena, mas a estimativa é de atividades durante todo o dia, incluindo shows e discursos políticos.