Brasil

Blitz combate pesca ilegal de sardinha na Baía de Guanabara

Os detidos foram encaminhados para a Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente e o pescado recolhido será doado para comunidades carentes


	Pescador em Rio Branco, no Acre: os períodos de 15 de junho a 31 de julho e de 1º de novembro a 15 de fevereiro são reservados para reprodução da sardinha
 (Eduardo Duarte/Creative Commons)

Pescador em Rio Branco, no Acre: os períodos de 15 de junho a 31 de julho e de 1º de novembro a 15 de fevereiro são reservados para reprodução da sardinha (Eduardo Duarte/Creative Commons)

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Da Redação

Publicado em 27 de dezembro de 2012 às 13h42.

Rio de Janeiro - Quatro pessoas foram presas e cerca de 180 quilos de sardinha foram apreendidos em uma blitz realizada hoje (27) na Baía de Guanabara pela Secretaria de Estado do Ambiente (SEA) para reprimir a pesca ilegal no estado. Também foram confiscados pelos agentes, quatro barcos que foram encaminhados para a Capitania dos Portos, além de materiais utilizados pelos pescadores, como redes e anzóis.

Os detidos foram encaminhados para a Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente e o pescado recolhido será doado para comunidades carentes. Segundo o secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, a ação teve como principal objetivo evitar um desequilíbrio no ecossistema.

"É extremamente importante que todos tenham essa conscientização a respeito desse tema. Existem muitas pessoas trabalhando de maneira totalmente ilegal e clandestina por isso estamos aqui hoje, para combater essa prática que traz muitos danos para o meio ambiente. Essa pesca predatória tem que ser dizimada. Nosso foco principal é reforçar a fiscalização para manter a um equilíbrio na natureza e ajudar aquele pescador que faz seu trabalho de maneira correta", disse.

De acordo com normas definidas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em 2009, os períodos de 15 de junho a 31 de julho e de 1º de novembro a 15 de fevereiro são reservados para reprodução da sardinha, ficando, assim, proibida a prática da pesca.

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