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As regiões metropolitanas mais e menos desenvolvidas do Brasil

Índice de desenvolvimento humano municipal avançou em todas as regiões metropolitanas entre 2011 e 2014

 (CC/ Vinicius Pinheiro/ flickr.com/vineco)

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Talita Abrantes

Talita Abrantes

Publicado em 23 de novembro de 2016 às 08h15.

Última atualização em 23 de novembro de 2016 às 08h15.

São Paulo - Entre 2011 e 2014, as 9 regiões metropolitanas brasileiras mais Distrito Federal acompanharam o ritmo nacional e avançaram no índice de desenvolvimento humano municipal (IDHM). O destaque vai para as RMs de Curitiba, Recife e Rio de Janeiro que tiveram as maiores altas no período.

Desse grupo de regiões, apenas duas apresentaram um IDHM considerado muito alto em 2014. São elas Distrito Federal e São Paulo, que aparecem no topo da lista.

Para calcular o IDHM, os pesquisadores levam em conta as taxas de longevidade, educação e renda de uma dada localidade. Por isso, em último instância, o índice mede a qualidade de vida naquela região. Para esta edição do Radar IDHM foram utilizados dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios de 2011, 2012, 2013 e 2014.

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