Brasil

Aliado de Cunha diz que não vai mais pedir sua renúncia

Principal aliado de Eduardo Cunha no Conselho de Ética da Câmara, o deputado Carlos Marun (PMDB-MS) afirmou que não pedirá mais ao peemedebista que renuncie


	Deputado Carlos Marun (PMDB-MS): "entendo que essa conversa perdeu a razão de existir"
 (Câmara dos Deputados/Lucio Bernardo Junior)

Deputado Carlos Marun (PMDB-MS): "entendo que essa conversa perdeu a razão de existir" (Câmara dos Deputados/Lucio Bernardo Junior)

DR

Da Redação

Publicado em 14 de junho de 2016 às 19h08.

Brasília - Principal aliado de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) no Conselho de Ética da Câmara, o deputado Carlos Marun (PMDB-MS) afirmou nesta terça-feira, 14, que não pedirá mais ao peemedebista que renuncie ao cargo de presidente da Casa para tentar salvar o mandato dele.

"Entendo que essa conversa perdeu a razão de existir", afirmou o aliado do presidente afastado da Câmara. Segundo Marun, ele só iria fazer o pedido caso o colegiado tivesse aprovado uma pena mais branda a Cunha do que a cassação, aprovada hoje por 11 votos a 9.

Marun classificou a derrota de Cunha no Conselho de Ética como "grave" e "considerável". Na avaliação do deputado de Mato Grosso do Sul, o placar torna difícil o peemedebista conseguir se salvar no plenário, quando a votação será aberta e transmitida em rede nacional.

Carlos Marun afirmou que vai ainda hoje visitar Cunha para conversar sobre os próximos passos. "A única alternativa que nos resta é aprovar na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) o parecer que prevê mudança no rito de votação do plenário, para tentar reverter lá a cassação."

Acompanhe tudo sobre:Política no BrasilMDB – Movimento Democrático BrasileiroPartidos políticosCâmara dos DeputadosEduardo Cunha

Mais de Brasil

OAB pede a Moraes para autorizar 'comunicação pessoal e reservada' de Flávio com Jair Bolsonaro

Real Time Big Data: Lula tem 65% e Flávio Bolsonaro, 20%, no 1º turno no Piauí

PT reage após vice-presidente aparecer com Eduardo Braide

Rio 'perdeu' uma década na educação, mas estudo mostra caminho para virar o jogo