Paraná: Moro lidera com estabilidade corrida pelo Executivo do PR (Lula Marques/Agência Brasil)
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Publicado em 26 de agosto de 2026 às 16h51.
O candidato Sergio Moro (PL) lidera a corrida pelo governo do Paraná com ampla vantagem, segundo o Agregador de Pesquisas Eleitorais da EXAME, desenvolvido em parceria com o Inteligov. Na consolidação dos dados de todas as pesquisas eleitorais do estado até o último dia 17, o senador aparece com 42,72% das intenções de voto em um primeiro turno.
Na segunda posição aparece Requião Filho (PDT), com 20,85%. Sandro Alex (PSD) registra 12,68%. Luiz França (Missão) abre o pelotão inferior, com 1,44% das intenções de voto. Tayná Miessa (UP) registra 0,76%. Adriano Funileiro (PCO) tem 0,46%, e Alexandre Salomão (Mobiliza), 0,1%.
Na comparação com os resultados anteriores, divulgados em 5 de agosto, o ex-juiz manteve estabilidade após um período de leve queda. Desde a segunda quinzena de julho, Moro perdeu 1,35 pontos.
No período, a tendência de Moro foi negativa em 0,51 ponto percentual, enquanto a de Requião foi positiva em 0,11 ponto, ambos praticamente estáveis. A tendência de Sandro Alex foi a melhor, chegando a mais 1,08 pp.
Veja os detalhes do Agregador aqui.
O resultado apresentado pelo monitor não corresponde a uma média aritmética simples das pesquisas. O modelo utiliza uma Média Móvel Ponderada, cálculo que atribui pesos diferentes aos levantamentos de acordo com critérios metodológicos e com a data de realização de cada pesquisa.
Pesquisas presenciais domiciliares recebem peso integral no modelo, enquanto levantamentos feitos por IVR, sistema automatizado de entrevistas por telefone, e pela internet têm redução de 30% a 45% em sua influência estatística.
A atualidade também interfere no cálculo. A metodologia reduz em 25% o peso de uma pesquisa a cada quinzena de caducidade. Na prática, levantamentos mais antigos continuam no histórico, mas perdem influência sobre a média à medida que novas pesquisas são incorporadas.
Esse mecanismo busca dar maior peso ao retrato mais recente da eleição, sem descartar a trajetória acumulada desde março. A cada rodada, novas pesquisas registradas no TSE são incorporadas à base utilizada para o cálculo.
Na consolidação realizada até as 12h de 17 de agosto, por exemplo, a base recebeu 27 novas pesquisas cadastradas no PesqEle. Elas se somaram aos 404 levantamentos considerados na iteração anterior.