Minas Gerais: Cleitinho tem liderança unânime, apesar de leve queda de popularidade (Jefferson Rudy/Agência Senado/Flickr)
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Publicado em 26 de agosto de 2026 às 16h36.
O candidato Cleitinho (Republicanos) lidera a corrida pelo governo de Minas Gerais com ampla vantagem, segundo o Agregador de Pesquisas Eleitorais da EXAME, desenvolvido em parceria com o Inteligov. Na consolidação dos dados de todas as pesquisas eleitorais do estado até o último dia 17, o senador aparece com 35,95% das intenções de voto em um primeiro turno.
Na segunda posição, 21,76 pontos abaixo, aparece Alexandre Kalil (PDT), com 14,19%. Ele é seguido de perto por Patrus Ananias (PT), com 12,2%. O governador Mateus Simões (PSD), que foi eleito como vice de Romeu Zema (Novo), registra 8,14% das intenções de voto.
Gabriel Azevedo (MDB) tem 5,19%. Flávio Roscoe (PL) tem 2,56% e inaugura a sequência dos candidatos que pontuam abaixo dos 3%. Ben Mendes (Missão) tem 2,05%. Indira Xavier (UP) registra 1%. Túlio Lopes (PCO) tem 0,37% das intenções de voto. Rafael Duda (PSTU), 0,13%, e Henrique Áreas (PCO), não pontuou.
Apesar da liderança unânime de Cleitinho desde o início da série histórica, o último resultado foi o menor até então: 0,56 ponto percentual abaixo do levantamento anterior e 3,76 pontos abaixo do auge de sua popularidade, em março.
Veja os detalhes do Agregador aqui.
O resultado apresentado pelo monitor não corresponde a uma média aritmética simples das pesquisas. O modelo utiliza uma Média Móvel Ponderada, cálculo que atribui pesos diferentes aos levantamentos de acordo com critérios metodológicos e com a data de realização de cada pesquisa.
Pesquisas presenciais domiciliares recebem peso integral no modelo, enquanto levantamentos feitos por IVR, sistema automatizado de entrevistas por telefone, e pela internet têm redução de 30% a 45% em sua influência estatística.
A atualidade também interfere no cálculo. A metodologia reduz em 25% o peso de uma pesquisa a cada quinzena de caducidade. Na prática, levantamentos mais antigos continuam no histórico, mas perdem influência sobre a média à medida que novas pesquisas são incorporadas.
Esse mecanismo busca dar maior peso ao retrato mais recente da eleição, sem descartar a trajetória acumulada desde março. A cada rodada, novas pesquisas registradas no TSE são incorporadas à base utilizada para o cálculo.
Na consolidação realizada até as 12h de 17 de agosto, por exemplo, a base recebeu 27 novas pesquisas cadastradas no PesqEle. Elas se somaram aos 404 levantamentos considerados na iteração anterior.