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Agregador Inteligov/EXAME: ACM Neto tem 46,01% e Jerônimo, 39,76%, no 1º turno na Bahia

ACM Neto teve oscilação positiva de 0,57 pp desde o último resultado. Jerônimo Rodrigues cresceu 0,61 pp, diminuindo levemente a distância com o adversário, de 6,29 pp para 6,25 pp.

Bahia: tendência do governador é alta em 0,28 pp. A de ACM Neto é uma alta menor, de 0,11 pp (PT/Divulgação/Instagram ACM Neto/Reprodução)

Bahia: tendência do governador é alta em 0,28 pp. A de ACM Neto é uma alta menor, de 0,11 pp (PT/Divulgação/Instagram ACM Neto/Reprodução)

Letícia Cassiano
Letícia Cassiano

Colaboradora

Publicado em 5 de setembro de 2026 às 09h00.

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O candidato ACM Neto (União) e o governador Jerônimo Rodrigues (PT) estão estáveis na disputa eleitoral pelo Executivo da Bahia, segundo a última rodada do Monitor Eleitoral, o agregador de pesquisas eleitorais da Inteligov, divulgado em parceria com a EXAME na última quarta-feira, 2.

No primeiro turno, ACM Neto lidera com 46,01% das intenções de voto, com uma oscilação positiva de 0,57 pp desde o último resultado, divulgado em 19 de agosto, quando pontuou com 45,44%.

O governador também manteve a estabilidade na segunda posição, com 39,76%. Desde agosto, quando tinha 39,15%, Jerônimo Rodrigues cresceu 0,61 pp, diminuindo levemente a distância com o adversário, de 6,29 pp para 6,25 pp.

Entre os demais candidatos, Ronaldo Mansur (PSOL) registra 1,32%, José Estêvão (DC), 0,56%, e Aroldo Félix (UP), 0,23%. Já Ariel Capistrano (DC) e Maria Bona (PCO) não pontuaram.

De acordo com o medidor de tendência do agregador, a tendência do governador é alta em 0,28 pp. A de ACM Neto é uma alta menor, de 0,11 pp.

Veja os detalhes do Agregador aqui.

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Como funciona o agregador?

O resultado apresentado pelo monitor não corresponde a uma média aritmética simples das pesquisas. O modelo utiliza uma Média Móvel Ponderada, cálculo que atribui pesos diferentes aos levantamentos de acordo com critérios metodológicos e com a data de realização de cada pesquisa.

Pesquisas presenciais domiciliares recebem peso integral no modelo, enquanto levantamentos feitos por IVR, sistema automatizado de entrevistas por telefone, e pela internet têm redução de 30% a 45% em sua influência estatística.

A atualidade também interfere no cálculo. A metodologia reduz em 25% o peso de uma pesquisa a cada quinzena de caducidade. Na prática, levantamentos mais antigos continuam no histórico, mas perdem influência sobre a média à medida que novas pesquisas são incorporadas.

Esse mecanismo busca dar maior peso ao retrato mais recente da eleição, sem descartar a trajetória acumulada desde março. A cada rodada, novas pesquisas registradas no TSE são incorporadas à base utilizada para o cálculo.

Na consolidação realizada até as 12h de 31 de agosto, por exemplo, a base recebeu 39 novas pesquisas cadastradas no PesqEle. Elas se somaram aos 431 levantamentos considerados na iteração anterior.

Acompanhe tudo sobre:Eleições 2026Pesquisas eleitorais

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