Brasil

Aécio e Campos publicam nota por morte de João Ubaldo

O tucano disse em post publicado no Facebook que o Brasil perdeu hoje um de seus melhores escritores e uma figura humana extraordinária


	João Ubaldo Ribeiro: ele deixará um inestimável legado, disse Campos
 (OSCAR CABRAL/VEJA)

João Ubaldo Ribeiro: ele deixará um inestimável legado, disse Campos (OSCAR CABRAL/VEJA)

DR

Da Redação

Publicado em 18 de julho de 2014 às 14h20.

São Paulo - Os presidenciáveis mais bem pontuados nas pesquisas de intenção de voto lamentaram a morte do escritor João Ubaldo Ribeiro, ocorrida na madrugada desta sexta-feira, 18, no Rio de Janeiro, aos 73 anos.

Além da presidente Dilma Rousseff, que destacou a perda de um grande nome pela literatura brasileira, o candidato do PSDB, Aécio Neves, disse em post publicado no Facebook que o Brasil perdeu hoje um de seus melhores escritores e uma figura humana extraordinária, uma das mais lúcidas cabeças, referência na literatura e na crítica social.

"A inteligência, o bom humor e o senso crítico de João Ubaldo Ribeiro farão muita falta ao Brasil. Mas fica entre nós sua obra imortal, essencial para entender, para compreender o País e para apontar os rumos para um futuro melhor. O meu abraço solidário à sua família e aos amigos", disse o tucano.

O presidenciável do PSB, Eduardo Campos, afirmou, em sua página oficial no Facebook, que, por meio de sua obra, João Ubaldo Ribeiro deixará um inestimável legado. "Não posso deixar de citar seu 'Viva o Povo Brasileiro' como um dos melhores retratos de nosso povo. Que Deus conforte seus familiares, amigos e fãs."

Acompanhe tudo sobre:PersonalidadesPolíticosPolíticos brasileirosPolítica no BrasilMortesGovernadoresaecio-nevesEduardo CamposEscritores

Mais de Brasil

Inmet emite alerta vermelho para chuvas em Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo

Primeiro dia oficial de pré-carnaval em SP tem alerta de temporal

Indefinição de 2º nome e dobradinha Haddad/Marina preocupam direita em SP

Maioria acredita que voto faz diferença no futuro do país, diz estudo