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Abaixo-assinado online pede impeachment de ministros do STF

O documento pede o impeachment dos ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski por terem decidido libertar José Dirceu

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Ministros do STF: Gilmar Mendes votou pela soltura do ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu (Roberto Jayme/Ascom/TSE/Divulgação)

Ministros do STF: Gilmar Mendes votou pela soltura do ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu (Roberto Jayme/Ascom/TSE/Divulgação)

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Estadão Conteúdo

Publicado em 4 de maio de 2017 às, 16h46.

Última atualização em 19 de março de 2018 às, 13h00.

Brasília - Criado na quarta-feira, 3, um abaixo-assinado online a favor do impeachment dos ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), já está próximo de atingir a meta de 300 mil assinaturas.

No início da tarde desta quinta-feira, 4, 294 mil assinaturas já tinham sido registradas.

O abaixo-assinado, hospedado no site change.org, será entregue ao Senado, onde devem ser apresentados pedidos de impeachment de ministros do STF.

Os três ministros decidiram devolver ao ex-ministro José Dirceu a liberdade que ele perdeu a 3 de agosto na Lava Jato, por ordem do juiz Sérgio Moro.

"Os ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandovski proferiram diversas vezes decisões que contrariam a lei e a ordem constitucional. A recente soltura de réus como José Dirceu e Eike Batista demonstra o descaso com o crime continuado e a obstrução à justiça que, soltos, eles representam. Gilmar Mendes, especialmente, concede reiteradamente habeas corpus a poderosos (Daniel Dantas recebeu dele um habeas corpus num domingo), demonstrando julgar com parcialidade e a favor de interesses que nem sempre coincidem com o bem comum", diz a descrição do abaixo-assinado.

Manifestação

O ministro Edson Fachin, do STF, determinou que a Procuradoria-Geral da República se manifeste sobre uma ação de autoria de um grupo de juristas que defende o impeachment específico de Gilmar.

Para justificar o pedido, os juristas afirmam na ação encaminhada a Fachin que Gilmar tem "envolvimento em atividades político-partidárias" e participa de julgamentos "de causas ou processos em que seus amigos íntimos são advogados" e "de causas em que é inimigo de uma das partes".

Os juristas dizem que Gilmar atua em julgamentos nos quais deveria se considerar suspeito.

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