A reta final das indicações: faltam cinco ministros

Promessa inicial de cortar Esplanada de 29 para 15 ministérios não será possível, reconheceu Bolsonaro. Vinte ministérios devem compor novo governo

Quantos ministérios, afinal, terá o novo governo? Como será a estrutura de pastas reorganizadas, como a da agricultura? Quais serão os últimos indicados para a Esplanada? O senador Magno Malta, afinal, levará ou não um ministério? São perguntas que analistas políticos esperam ver respondidas ainda nesta quarta-feira, já que no fim de tarde o presidente eleito Jair Bolsonaro deixa Brasília para um compromisso no Instituto Militar de Engenharia, no Rio.

O presidente eleito começa o dia com um café da manhã reunindo justamente os já anunciados. Por enquanto, 15 cadeiras à mesa serão suficientes, mas o próprio Bolsonaro afirmou, ontem, que a promessa de reduzir a estrutura de 29 para 15 pastas não será possível. “Nos perdemos um pouquinho”, reconheceu, admitindo que “por questão de funcionalidade”, algumas áreas mantiveram status de ministério. O número mais provável agora é de 20 pastas.

Ontem foi indicado o novo ministro de Infraestrutura, pasta que vai absorver o atual ministério dos Trasportes, Portos, Aeroportos e Aviação Civil. O escolhido foi o engenheiro Tarcísio Gomes de Freitas, formado na escola militar e atual secretário de coordenação de projetos da Secretaria de Parcerias e Investimentos.

Entre as futuras indicações mais aguardadas estão a do Meio Ambiente, a de Minas e Energia e a de Comunicação. As duas primeiras irão para militares (já foram cinco indicados na equipe), para técnicos de carreira, ou para indicados pelas bancadas no Congresso? A terceira tem como um dos cotados outro general, Floriano Peixoto Vieira Neto, segundo o Estadão. Outra candidata é a senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS), vice derrotada na chapa de Geraldo Alckmin (PSDB). Jornalista de carreira, ela poderia levar profissionalismo à comunicação do governo com seus interlocutores externos.

A articulação interna e com o Congresso, reafirmou Bolsonaro ontem, ficará sob a batuta de Onyx Lorenzoni (DEM-RS), futuro ministro da Casa Civil. Mas, segundo o futuro presidente, ele próprio também vai “conversar com parlamentar”, e todos os futuros ministros terão essa incumbência. Neste ponto, ao menos, uma equipe ministerial maior pode ser uma vantagem competitiva.

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Promessa inicial de cortar Esplanada de 29 para 15 ministérios não será possível, reconheceu Bolsonaro. Vinte ministérios devem compor novo governo

Quantos ministérios, afinal, terá o novo governo? Como será a estrutura de pastas reorganizadas, como a da agricultura? Quais serão os últimos indicados para a Esplanada? O senador Magno Malta, afinal, levará ou não um ministério? São perguntas que analistas políticos esperam ver respondidas ainda nesta quarta-feira, já que no fim de tarde o presidente eleito Jair Bolsonaro deixa Brasília para um compromisso no Instituto Militar de Engenharia, no Rio.

O presidente eleito começa o dia com um café da manhã reunindo justamente os já anunciados. Por enquanto, 15 cadeiras à mesa serão suficientes, mas o próprio Bolsonaro afirmou, ontem, que a promessa de reduzir a estrutura de 29 para 15 pastas não será possível. “Nos perdemos um pouquinho”, reconheceu, admitindo que “por questão de funcionalidade”, algumas áreas mantiveram status de ministério. O número mais provável agora é de 20 pastas.

Ontem foi indicado o novo ministro de Infraestrutura, pasta que vai absorver o atual ministério dos Trasportes, Portos, Aeroportos e Aviação Civil. O escolhido foi o engenheiro Tarcísio Gomes de Freitas, formado na escola militar e atual secretário de coordenação de projetos da Secretaria de Parcerias e Investimentos.

Entre as futuras indicações mais aguardadas estão a do Meio Ambiente, a de Minas e Energia e a de Comunicação. As duas primeiras irão para militares (já foram cinco indicados na equipe), para técnicos de carreira, ou para indicados pelas bancadas no Congresso? A terceira tem como uma das cotadas a senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS), vice derrotada na chapa de Geraldo Alckmin (PSDB). Jornalista de carreira, ela poderia levar profissionalismo à comunicação do governo com seus interlocutores externos.

A articulação interna e com o Congresso, reafirmou Bolsonaro ontem, ficará sob a batuta de Onyx Lorenzoni (DEM-RS), futuro ministro da Casa Civil. Mas, segundo o futuro presidente, ele próprio também vai “conversar com parlamentar”, e todos os futuros ministros terão essa incumbência. Neste ponto, ao menos, uma equipe ministerial maior pode ser uma vantagem competitiva.

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