Estudo acredita que mesmo que seja possível criar uma nave capaz de viajar em velocidades próximas à da luz, ela não seria capaz de transportar passageiros (Wikimediacommons)
Da Redação
Publicado em 12 de novembro de 2012 às 10h27.
São Paulo – Um novo estudo publicado na Natural Science pode desanimar muita gente. Cientistas descobriram que viagens espaciais em velocidade próxima à da luz matariam os seres humanos.
Uma viagem próxima a essa velocidade empolga muitos cientistas. Até a NASA tenta desenvolver uma dobra espacial. Em Star Trek, quando o Capitão Kirk entrava na dobra espacial era como se ele estivesse em uma bolha de tempo e espaço. Ela protegia a tripulação da nave contra uma velocidade extremamente alta de tal forma que nem mesmo a tripulação podia notar como a nave voava rápido.
Percorrer grandes distâncias com rapidez proporcionaria a sensação de que se passou pouco tempo. Isso acontece por causa de um efeito chamado dilatação do tempo que espreme a percepção temporal.
Porém, uma viagem nessa velocidade também causaria outros efeitos. Segundo os pesquisadores William A. Edelstein e Arthur D. Edelstein, o hidrogênio na aeronave capaz de viajar na velocidade da luz também a impediria de fazer a viagem a essa velocidade.
Na medida em que a velocidade da nave aumenta e fica próxima da velocidade da luz, o hidrogênio H interestelar se transformaria em radiação intensa. Isso rapidamente mataria os passageiros e também destruiria os instrumentos eletrônicos.
O estudo acredita que mesmo que seja possível criar uma nave capaz de viajar em velocidades próximas à da luz, ela não seria capaz de transportar passageiros. Existe um limite de velocidade natural imposto por níveis seguros de radiação devido ao hidrogênio, o que significa que seres humanos não podem viajar a mais do que metade da velocidade da luz.