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TikTok propõe criar empresa com maioria de americanos para controlar app e evitar venda

O plano é o último esforço da empresa para impedir o "leilão" proposto por Donald Trump

Ramana Rech
Ramana Rech

Redatora

Publicado em 10 de fevereiro de 2025 às 11h00.

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Shou Chew, CEO do TikTok, propôs ao governo dos EUA a criação de uma joint venture com investidores americanos para manter as operações do app no país. A nova empresa teria sede nos EUA, gestão local e um conselho de administração formado em maioria por americanos, garantindo maior controle sobre a segurança dos dados dos usuários.

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O plano é um dos esforços finais do TikTok, que enfrenta um prazo até 5 de abril para cortar laços com sua controladora chinesa, ByteDance, ou ser banido nos EUA. A proposta busca evitar uma venda forçada e manter o app ativo, enquanto atende a preocupações de segurança do governo americano.

Donald Trump, que antes tentou banir o TikTok, agora incentiva uma disputa entre investidores pelo aplicativo. Empresas como Oracle, Amazon e Microsoft já demonstraram interesse. Paralelamente, Pequim resiste a um possível desmembramento da empresa.

"O presidente deixou claro que quer que o TikTok continue", disse uma fonte próxima à empresa ao The Wall Street Journal.

O governo dos EUA analisará a proposta antes do prazo final. Caso seja rejeitada, o TikTok poderá recorrer à Justiça para evitar a separação forçada de sua matriz chinesa.

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