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Sony remove dados postados na web e adia volta do PlayStation

Companhia afirmou que que não sabe quando poderá restaurar a rede do videogame PlayStation

PlayStation: dados roubados eram de clientes que entraram em uma competição de prêmios em 2001 (Divulgação/Sony)

PlayStation: dados roubados eram de clientes que entraram em uma competição de prêmios em 2001 (Divulgação/Sony)

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Reuters

16 de maio de 2011, 16h31

TÓQUIO - A Sony informou neste sábado que removeu da Internet os nomes e endereços de 2.500 competidores que tiveram seus dados roubados por hackers e postados em um website, e disse que não sabe quando poderá restaurar a rede do videogame PlayStation.

A empresa, que está sob críticas desde que hackers acessaram os dados pessoais de cerca de 100 milhões de usuários dos serviços de jogos online da PlayStation Network e de PCs, afirmou em comunicado que detalhes postados em um website inativo também incluíam três endereços de e-mail não confirmados.

Os dados eram de clientes que entraram em uma competição de prêmios em 2001. A lista não incluía informações de cartões de crédito ou senhas.

"O website estava desatualizado e inativo quando foi descoberto como parte dos ataques continuados à Sony", afirmou a empresa, acrescentando que a companhia tirou o site do ar pouco após descobrir sobre as postagens, na quinta-feira.

O chefe-executivo da Sony, Howard Stringer, pediu desculpas na sexta-feira aos usuários da PlayStation Network e de outros serviços online, quebrando seu silêncio sobre o grande vazamento de dados ocorrido.

No domingo passado a Sony disse que começaria a restaurar os serviço durante a semana, mas uma porta-voz declarou neste sábado que isso não seria possível e não fixou data para o retorno da rede.