Tecnologia

Sites de governo brasileiros são os mais infectados com malware

São Paulo - Uma pesquisa em sites de governo apontou que o Brasil lidera o ranking de páginas oficiais infectadas por malware em toda a América Latina. 

internet (Flickr.com/arternative-design)

internet (Flickr.com/arternative-design)

DR

Da Redação

Publicado em 3 de setembro de 2013 às 13h27.

São Paulo - Uma pesquisa em sites de governo apontou que o Brasil lidera o ranking de páginas oficiais infectadas por malware em toda a América Latina. 

Para chegar aos resultados, a empresa de segurança Eset avaliou, na primeira quinzena de julho, mais de 4,5 mil sites latino-americanos para mapear e identificar o perfil das páginas infectadas e os principais ataques realizados. 

E segundo a pesquisa, os sites relacionados a entidades governamentais e de educação estão entre as páginas mais infectadas por códigos maliciosos e respondem a 5% dos conteúdos analisados. 

E quando considerado apenas páginas oficiais de governo, 33% dos endereços com malware se encontram no Brasil. México e Peru estão logo em seguida com 20% e 12%, respectivamente. 

Em 90% dos casos, os problemas mais comuns encontrados em sites governamentais são infecções por Trojans (cavalo de troia). O restante dos 10% representam backdoors e worms. 

Metade desses códigos maliciosos estão escritos em linguagem JavaScript do tipo Iframe, que se escondem no código HTML da página. 

De acordo com a pesquisa, os cibercriminosos preferem utilizar meios intermediários de propagar o malware, como o uso de uma página web vulnerável. Para evitar este tipo de ataque, a empresa recomenda a constante atualização dos pacotes de segurança para servidores.

Acompanhe tudo sobre:América LatinaDados de BrasilGovernoINFOMalwareseguranca-digital

Mais de Tecnologia

BYD e XPeng apostam em robôs humanoides para diversificar negócios

Hong Kong concentra quatro das cinco maiores IPOs globais de IA no 1º trimestre

Ataques cibernéticos são maior risco para multinacionais até 2030, aponta pesquisa

Google começa a permitir que usuários alterem seu endereço de e-mail