O que aconteceria se um asteroide gigante atingisse a Terra?
O que aconteceria se um objeto gigantesco, um asteroide errante de grandes proporções, atingisse o nosso planeta?
Asteroide se choca com a Terra: resultado seria catastrófico para a humanidade (Reprodução/YouTube/Anselmo)
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Da Redação
Publicado em 2 de março de 2015 às 18h40.
São Paulo - Câmeras amadoras e profissionais no mundo todo têm captado a entrada de diversos meteoritos na atmosfera da Terra, um fenômeno absolutamente comum e inofensivo para a humanidade.
Esses objetos, pequenos demais, acabam destruídos antes de atingir a superfície, ou caem sem causar muitos estragos, na maioria das vezes.
Mas o que aconteceria se um objeto gigantesco, um asteroide errante de grandes proporções, atingisse a Terra?
O Discovery Channel criou uma simulação em vídeo de um fenômeno dessa magnitude, que nos últimos dias viralizou na internet.
O resultado, obviamente, seria catastrófico para a humanidade.
Na simulação, o objeto atinge o oceano, como descrevem os produtores no próprio vídeo.
Um asteroide com diâmetro de 500 km. Destino: Oceano Pacífico. O impacto arranca a crosta de 10 km da superfície. A onda de choque viaja a velocidades supersônicas. Destroços são espalhados pela órbita da Terra, destruindo a superfície do planeta. A tempestade de fogo engole a Terra, vaporizando toda a vida em seu caminho.
Assista à simulação:
1. Richat (Olho da África ou Olho do Saara)zoom_out_map
1/13(Divulgação/ESA/NASA)
Quando estava a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS), o astronauta holandês André Kuipers fotografou a estrutura Richat, conhecida como Olho da África ou Olho do Saara. Ela fica na Mauritânia, no continente africano. A formação geológica tem cerca de 50 km de diâmetro e só pode ser vista do espaço.
André Kuipers também fotografou parte do norte brasileiro, o Rio Amazonas e o Oceano Atlântico. O Rio Amazonas aparece com uma cor puxada para o marrom. Também dá pra ver como o rio desemboca no Oceano Atlântico.
A NASA divulgou imagens em que a água da Terra parece não existir. Tudo isso para destacar a vegetação terrestre. Assim, é possível ver como a vegetação se altera ao longo do ano, variando conforme as estações em cada hemisfério.
Em janeiro, as algas se proliferaram aos montes nas águas das praias cariocas, levando desconforto aos banhistas. Esta é a imagem espacial do fenômeno. Vistas do espaço, as águas do Atlântico Sul aparecem escurecidas em manchas que se estendem por 800 quilômetros.
Os satélites da NASA captaram as deficiências na infraestrutura energética da Coreia do Norte. O país se torna um fantasma mergulhado na escuridão, com um pequeno foco de luz vindo da capital, Pyongyang. Em contraste, a Coreia do Sul aparece iluminada.
6/13(NASA/GSFC/Jeff Schmaltz/MODIS Land Rapid Response Team)
Esta imagem foi feita com o satélite Aqua MODIS, da NASA. Ele captou do espaço a aproximação do tornado que atingiu a região Oklahoma City, no centro-sul dos Estados Unidos, como uma grande mancha branca e densa. O tornado devastou em 40 minutos uma área de 32 quilômetros entre as cidades de Newcastle e Moore.
7/13(Jeff Schmaltz, LANCE/EOSDIS Rapid Response and Jesse Allen)
Quando o vulcão Bardarbunga, na Islândia, entrou em erupção, satélites capturaram o evento do espaço. O Bardarbunga é um grande vulcão de 2.000 metros na área da maior geleira da Islândia. A atividade do vulcão começou em 16 de agosto, mas os tremores têm persistido ao longo das semanas.
A grave poluição do ar na China já foi mapeada do espaço. Cientistas usaram um sensor infravermelho do satélite MetOp para mapear nuvens de material particulado e de dióxido de carbono, dióxido de enxofre e amônia sobre a planície norte da China, em janeiro de 2013. A imagem mostra a extensa neblina sobre a região.
Em 11 de setembro de 2001, Frank Culbertson era o único americano no espaço. O comandante da Expedição 3 da ISS sobrevoava Nova York logo após o segundo avião atingir o World Trade Center. A fumaça que se ergueu com o impacto das aeronaves que derrubaram as duas torres era visível do espaço.
O astronauta Chris Hadfield, do Canadá, fez fotos incríveis da Terra quando estava a bordo da ISS. Esta imagem, por exemplo, mostra várias dunas de areia no deserto do Saara, que ganharam um visual único vistas do espaço.