Tecnologia

Operadoras nos EUA lançarão plano contra downloads ilegais

Provedores podem reduzir a velocidade de download ou até interromper o serviço

O plano, que já conta também com outras empresas como Comcast e Cablevision, consiste em iniciar um sistema de envio de mensagens de advertência aos usuários (EXAME.com)

O plano, que já conta também com outras empresas como Comcast e Cablevision, consiste em iniciar um sistema de envio de mensagens de advertência aos usuários (EXAME.com)

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Da Redação

Publicado em 15 de março de 2012 às 22h59.

Nova York - Alguns dos principais provedores de internet dos Estados Unidos iniciarão no meio do ano um plano para lutar contra a pirataria online que inclui medidas 'coercitivas' contra os usuários para limitar downloads ilegais de conteúdos protegidos por direitos autorais.

Foi o que confirmou nesta quinta-feira à Agência Efe uma porta-voz da Associação da Indústria Fonográfica dos Estados Unidos (RIAA). Segundo ela, a data prevista para o início do plano é 12 de julho, mas a decisão final cabe de forma individual às operadoras, entre as quais estão Time Warner Cable, AT&T e Verizon.

Os provedores de internet nos EUA já anunciaram há oito meses um princípio de acordo que, entre suas recomendações para lutar contra a pirataria online, incluía um compromisso para punir os clientes que baixassem ilegalmente conteúdos protegidos por copyright.

O plano, que já conta também com outras empresas como Comcast e Cablevision, consiste em iniciar um sistema de envio de mensagens de advertência aos usuários sobre a ilegalidade de baixar conteúdos protegidos.

Nos casos em que os usuários fizerem caso omisso das advertências, então os provedores de internet se reservam o direito de aplicar algumas 'medidas coercitivas', que vão desde reduzir a velocidade de download até a interrupção do serviço, segundo o acordo.

'Os provedores de internet terão de desenvolver sua própria infraestrutura para automatizar o sistema e, de quebra, estabelecer uma base de dados que lhes permita acompanhar os infratores reincidentes', afirmou nesta quarta-feira o diretor da RIAA, Cary Sherman, durante um ato em Nova York. 

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