11 coisas fascinantes que a ciência sabe sobre as mães
Ser mãe vai muito além de gerar e criar os filhos. A ciência sabe disso e explica algumas curiosidades sobre a maternidade que você, talvez, não sabia
Elas são mais poderosas do que você imagina (thinkstock)
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Da Redação
Publicado em 16 de junho de 2015 às 16h44.
Última atualização em 13 de setembro de 2016 às 14h43.
1. Elas são mais poderosas do que você imaginazoom_out_map
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A ciência já desvendou muitos mistérios sobre a vida das mães, como o poder de seu toque, da sua saliva e de como elas afetam o cotidiano de seus filhos. A galeria a seguir mostra essas e algumas outras descobertas sobre a maternidade.
Se você sempre preferiu sua mãe para narrar os contos de fada quando era pequeno, então você escolheu certo. De acordo com um estudo publicado no jornal Sex Roles, as mães sabem contar histórias melhor do que os pais. Os pesquisadores observaram que elas incluem termos mais emotivos nos contos e também explicam de uma maneira mais didática. O benefício disso é que os filhos desenvolvem melhor suas habilidades emocionais.
Muitas crianças passam pela fase das dúvidas, e quem recebe a enxurrada de perguntas, geralmente, são as mães. Pelo menos é o que afirma uma pesquisa feita com mais de mil mães no Reino Unido. De acordo com os pesquisadores, uma mãe responde cerca de 300 questões de seu filho por dia. A pesquisa também descobriu que 82% das crianças fazer perguntas primeiro para suas mães do que para seus pais. Além disso, 24% das crianças questionam a mãe antes, pois sabem que o pai vai responder “pergunte para a sua mãe”.
Carinho de mãe geralmente é mais especial que o de outras pessoas. Pesquisadores da Escola de Enfermagem Dalhousie’s descobriram que além de ser mais agradável, o toque de uma mãe pode ajudar o próprio bebê prematuro ou o filho doente a lidar melhor com a dor. De acordo com a pesquisa, as crianças que ganharam carinho ou atenção das mães sentiram 30% menos dor quando receberam injeções.
Parece que os germes não são tão nocivos à saúde. Pelo menos não as bactérias da sua mãe. Um artigo do jornal Pediatrics recomenda que as mães limpem as chupetas de seus filhos colocando o objeto na própria boca. Isso mesmo, a saliva materna pode proteger os filhos de desenvolverem certas doenças. Os filhos que tiveram a chupeta limpa pela boca da mãe tiveram menores chances de desenvolver eczemas, asma e algumas alergias.
6. Elas preferem trabalhar o dia inteirozoom_out_map
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Ter o direito de trabalhar fora e ser mãe é uma das grandes vitórias feministas das últimas décadas. No entanto, de acordo com uma pesquisa do Centro de Pesquisa Pew, cerca de 40% das mães que trabalham fora nos EUA dizem que prefeririam trabalhar em tempo integral. Em 2007, apenas 21% das mães disseram o mesmo. Os pesquisadores acreditam que os resultados são reflexos da recessão econômica.
7. Elas podem te afetar mais do que seu paizoom_out_map
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Um estudo de 34 anos feito pelo centro britânico Demos descobriu que os hábitos alcoólicos das mães podem ser mais nocivos do que os dos pais. Os pesquisadores perguntaram para avaliar como era o consumo de álcool do pai e da mãe quando eles eram crianças. No caso dos pais, as taxas de alcoolismo não variaram de acordo com a resposta do participante. Já os adultos com mães que bebiam álcool regularmente quando eles eram crianças tinham uma propensão 30% maior de ter problemas relacionados ao alcoolismo.
Se você já ouviu: “Porque não tirou 10?” quando teve uma nota 9 na prova, então você provavelmente tem uma mãe tigresa. Conhecidas por exigirem demais de seus filhos, as mães tigresas (também chamadas de chinesas) eram o sinônimo de competência alguns anos atrás. No entanto, uma pesquisa feita com mais de 300 famílias “tigresas” pela Universidade do Texas revelou que as crianças com pais e mães muito exigentes tiveram baixas notas escolares, depressão e eram mais alienadas quando comparadas com filhos de mães e pais que dão suporte emocional.
9. Elas ensinam você a falar desde a gestaçãozoom_out_map
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De acordo com um estudo da Universidade de Washington, os bebês começam a aprender línguas antes mesmo de nascerem. Os cientistas descobriram que os bebês recém-nascidos já sabem diferenciar os sons de sua língua nativa dos ruídos de uma língua estrangeira. Os dados da pesquisa estão baseados no estudo de 40 bebês com 30 horas de idade. Os cientistas perceberam que os recém-nascidos sugaram suas chupetas com mais força ao ouvirem palavras de uma língua diferente da que sua mãe falava quando estavam no útero.
Se você quer viver mais, tenha meninas. Pelo menos é o que diz um estudo feito na Finlândia e publicado na revista Nature. Os pesquisadores afirmaram que mães com filhos homens podem viver nove meses a menos do que mães com filhas. Os finlandeses descobriram que uma mãe que deu luz a seis filhos viveria, em média, 32 anos, depois do nascimento do primeiro filho. Enquanto uma mãe que teve seis meninas viveria 33 anos. Os cientistas acreditam que é mais difícil criar um menino, pois ele demanda mais força física e as meninas dão mais suporte emocional e físico no cotidiano.
11. Os homens das cavernas sabiam dizer a palavra “mãe”zoom_out_map
11/12(AFP/Arquivo, Janek Skarzynski)
Desde os tempos das cavernas os seres humanos sabem dizer a palavra mãe. De acordo com uma pesquisa da Academia Nacional de Ciências, os homens das cavernas não falavam apenas grunhidos. Na realidade, os nossos ancestrais tinham um vocabulário decente, que incluíam o equivalente a palavras como tu, você, nós, latir, fogo, cuspir e, é claro, mãe. Para encontra-las, os pesquisadores usaram um modelo de estatísticas para criar uma árvore genealógica de palavras. Você pode ouvir os sons que os homens das cavernas falavam no site do Washington Post.
12. Mães que trabalham são mais saudáveiszoom_out_map
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Ser mãe e ter um emprego é, sim, muito difícil. No entanto, de acordo com estudos da Universidade de Akron e da Universidade de Penn State, a maternidade e o trabalho podem e devem funcionar juntos. Os cientistas descobriram que as mulheres que regressam ao trabalho após terem filhos têm mais energia e mobilidade. Além disso, elas também têm menos chance de desenvolverem depressão aos 40 anos.
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