G+ não é uma rede social, diz Google
Plataforma seria uma evolução de serviços como o Wave e o Buzz, que tinham o foco no conteúdo e que fracassam em suas empreitadas, ao invés de ser tentativa de novo Orkut
Da Redação
Publicado em 11 de novembro de 2011 às 14h44.
São Paulo – Diferente do que a maioria dos usuários deve pensar, o Google+ não é uma rede social. A afirmação foi feita pelo chefe de negócios do Google , Nikesh Arora.
"O Google+ é uma plataforma que permite incorporar elementos sociais a todos os serviços e produtos que oferecemos. Nos embarcamos o YouTube dentro dele; existe também uma conexão direta com nosso serviço de buscas. Estamos nos esforçando para levar esses elementos a todos os nossos produtos. Não se trata apenas de reunir pessoas em um site e chamá-lo de rede social”, afirmou ele ao jornal inglês The Telegraph.
Nesse sentido, o Google+ estaria mais para uma evolução de serviços como o Wave e o Buzz, que tinham o foco no conteúdo e que fracassam em suas empreitadas, do que de uma tentativa de oferecer um novo Orkut. Porém Arora ponderou que existem sim algumas funções nas quais Google+ e Facebook podem ser considerados concorrentes.
O sucesso do Google+ é uma das prioridades da empresa para 2011. Segundo comunicado de Larry Page enviado aos funcionários, as bonificações pagas aos funcionários poderão variar em até 25%, para mais ou para menos, dependo de como se “desenvolver a estratégia de integração de relacionamentos, compartilhamento e identidade por meio de nossos produtos”.
Hoje, o Google+ mais conta com mais de 40 milhões de usuários – boa parte deles inativos. Para alguns analistas, o serviço pode chegar a 100 milhões até o final deste ano.
São Paulo – Diferente do que a maioria dos usuários deve pensar, o Google+ não é uma rede social. A afirmação foi feita pelo chefe de negócios do Google , Nikesh Arora.
"O Google+ é uma plataforma que permite incorporar elementos sociais a todos os serviços e produtos que oferecemos. Nos embarcamos o YouTube dentro dele; existe também uma conexão direta com nosso serviço de buscas. Estamos nos esforçando para levar esses elementos a todos os nossos produtos. Não se trata apenas de reunir pessoas em um site e chamá-lo de rede social”, afirmou ele ao jornal inglês The Telegraph.
Nesse sentido, o Google+ estaria mais para uma evolução de serviços como o Wave e o Buzz, que tinham o foco no conteúdo e que fracassam em suas empreitadas, do que de uma tentativa de oferecer um novo Orkut. Porém Arora ponderou que existem sim algumas funções nas quais Google+ e Facebook podem ser considerados concorrentes.
O sucesso do Google+ é uma das prioridades da empresa para 2011. Segundo comunicado de Larry Page enviado aos funcionários, as bonificações pagas aos funcionários poderão variar em até 25%, para mais ou para menos, dependo de como se “desenvolver a estratégia de integração de relacionamentos, compartilhamento e identidade por meio de nossos produtos”.
Hoje, o Google+ mais conta com mais de 40 milhões de usuários – boa parte deles inativos. Para alguns analistas, o serviço pode chegar a 100 milhões até o final deste ano.