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Consumo de macarrão instantâneo aumenta chance de problemas cardíacos, diz estudo

Segundo Hyun Joon Shin, responsável pela pesquisa, o consumo de duas ou mais vezes por semana desse tipo de macarrão está associado com a síndrome cardiometabólica

noodles (iStock)

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Rafael Kato

Publicado em 22 de dezembro de 2014 às 09h49.

Pesquisadores da Escola de Medicina da Baylor University e da Escola de Saúde Pública de Harvard descobriram que o alto consumo de macarrão instantâneo, incluindo o tradicional lámen, aumenta as chances de problemas cardíacos, derrames e diabetes. A nova descoberta foi publicada no Journal of Nutrition.

O estudo focou o consumo de macarrão instantâneo na Coreia do Sul. O país, fã desse tipo de produto, viu o número de problemas cardíacos, diabetes e obesidade aumentar nos últimos anos.

Segundo Hyun Joon Shin, responsável pela pesquisa, o consumo de duas ou mais vezes por semana desse tipo de macarrão está associado com a síndrome cardiometabólica, aumentando as chances de enfarte, derrame (acidente vascular cerebral) e diabetes.

Outra descoberta é que, por conta das diferenças de metabolismo e de hormônios, as mulheres têm maiores chances de desenvolver essas doenças. O motivo para isso seria o uso da substância química bisfenol (BPA) como parte integrante da composição da embalagem de plástico ou isopor do macarrão. O BFA desregula o estrogênio, hormônio feminino responsável, por exemplo, pelo controle de ovulação.

Por seu alto risco, o BPA está proibido de ser usado em plásticos de mamadeiras e chupetas no Brasil. No entanto, o uso está liberado para outros usos, incluindo também garrafões retornáveis de água mineral.

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