Tecnologia

Apple pode lançar iPhone Ultra dobrável como nova linha premium em 2027

Modelo dobrável deve estrear ao lado da linha iPhone 18 e inaugurar uma nova categoria acima dos atuais aparelhos Pro

Um possível design para o iPhone dobrável: imaginação gráfica baseada em vazamentos (Reprodução)

Um possível design para o iPhone dobrável: imaginação gráfica baseada em vazamentos (Reprodução)

André Lopes
André Lopes

Repórter

Publicado em 28 de abril de 2026 às 16h48.

A Apple prepara a expansão da marca Ultra para além do Apple Watch e deve lançar seu primeiro iPhone dobrável com esse nome. Segundo relatos recentes do setor, o aparelho pode chegar ao mercado no início de 2027 como iPhone Ultra, posicionando-se acima da atual linha Pro.

A proposta não seria substituir os modelos tradicionais, mas criar uma nova categoria de topo dentro do portfólio da empresa, reservada para produtos mais avançados e experimentais. O dispositivo dobrável seria lançado ao lado da futura linha iPhone 18.

O nome iPhone Ultra substituiria a possibilidade de um “iPhone Fold” e seguiria uma estratégia semelhante à adotada com a linha Air, simplificando a nomenclatura e reforçando o posicionamento premium.

Relatórios apontam que o aparelho terá formato dobrável com proporção de tela mais ampla, seguindo um estilo de tela larga semelhante ao visto em novos concorrentes do mercado chinês.

A expectativa em torno do projeto é alta porque o segmento de celulares dobráveis ainda não alcançou grande escala entre consumidores do iPhone, apesar do avanço de marcas como Samsung e Huawei.

No mercado, analistas avaliam que a entrada da Apple pode ajudar a popularizar esse formato, repetindo movimentos anteriores da empresa em categorias já existentes, mas ainda pouco massificadas.

Também circula a estimativa de que o aparelho custará mais de US$ 2.000, reforçando o posicionamento como produto de elite dentro do ecossistema da marca.

Marca Ultra pode redefinir hierarquia dos produtos da Apple

A criação de uma linha Ultra ajudaria a Apple a estabelecer uma divisão mais clara entre dispositivos padrão, modelos Pro e aparelhos de categoria máxima.

Além do iPhone, a estratégia pode se estender para AirPods e até iPads, consolidando o selo Ultra como identificação dos produtos mais avançados e caros da empresa.

O movimento reforça uma lógica já usada pela companhia: ampliar margens por meio de aparelhos mais caros e de maior diferenciação tecnológica.

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