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Mark Webber e sua paixão por Interlagos e idolatria por Ayrton Senna

O ex-piloto australiano, hoje embaixador da Rolex, revela suas paixões e admirações

O piloto australiano Mark Webber correu 13 anos pela Fórmula 1, mas seu principal título no automobilismo só veio depois, no Campeonato Mundial de Resistência da FIA, em 2016. Depois disso, a paixão pelas pistas o manteve perto do esporte, como comentarista do Canal 4 e embaixador da Rolex. Dias antes do Grande Prêmio do Brasil, em 22 de novembro, ele revelou sua paixão por Interlagos e idolatria por Ayrton Senna.

A Fórmula 1 retorna a Interlagos após uma ausência devido à pandemia. O que acha do circuito?

Interlagos é um dos circuitos mais desafiadores do calendário da Fórmula 1. O clima desempenha um papel significativo na corrida, muda a toda hora. A pista exige muito, do carro e do piloto. Em termos de estratégia, é importante gerenciar os pneus de perto, devido à rápida série de curvas, às altas cargas de energia e aos solavancos na pista.

Como australiano, você se lembra de vitórias brasileiras na Austrália, como a de Nelson Piquet, em 1990, e de Ayrton Senna, em 1991 e 1993?

Estive lá na última vitória do Senna­ em 1993, devia ter 16 anos. Tenho memórias tremendas dele vencendo em Adelaide. Foi lá, infelizmente, sua última vitória, então isso teve ainda mais significado. Meu pai e eu viajávamos 13 horas de nossa casa até o autódromo, mas não havia nada que pudesse nos impedir de ver Senna competindo em nosso próprio país. Sempre adorei vê-lo, mesmo na ­Lotus. Algumas das voltas que ele deu em Adelaide, nos primeiros anos de sua carreira, foram algo que me deixou fascinado quando menino.

Quais são suas melhores lembranças do Brasil?

Sempre tive um relacionamento maravilhoso com o Brasil. O país tem uma herança incrível de Fórmula 1. Em 2011, ganhei minha segunda corrida em Interlagos, e Sebastian [Vettel] e eu garantimos nossa terceira dobradinha para a Red Bull Racing naquela que foi a última rodada da temporada. Tínhamos um ritmo fenomenal e ninguém conseguia nos igualar. Isso garantiu que eu terminasse em terceiro no campeonato de pilotos de 2011, passando Fernando Alonso por apenas 1 ponto. Meu último Grande Prêmio também foi no Brasil, em 2013. Fiquei em segundo no fim das contas, mas fiz a volta mais rápida da corrida — e essa foi a maneira perfeita de sair da Fórmula 1.

Você é embaixador da Rolex. Qual é a relação entre relógios e esportes motorizados?

Como piloto de corrida, você busca consistência, confiabilidade e inovação, nutre um desejo constante de testar limites. São valores muito alinhados com a forma como a Rolex aborda a fabricação de seus relógios. A Rolex está sempre encontrando maneiras de fazer as coisas melhor, assim como a Fórmula 1. Correr é tempo, o esporte sempre foi uma luta contra o relógio.  

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