Revista Exame

Arte, ouro e cannabis: vá além dos investimentos tradicionais em 2021

Para os investidores que já conhecem as alternativas tradicionais, há uma gama de novidades que ajudam na diversificação

Arte, ouro e cannabis: para além dos investimentos tradicionais em 2021 (Cyla Costa/Exame)

Arte, ouro e cannabis: para além dos investimentos tradicionais em 2021 (Cyla Costa/Exame)

DG

Denyse Godoy

Publicado em 14 de janeiro de 2021 às 05h03.

Priorizar nos meus resultados Google

Diversificar os investimentos, que sempre foi um dos principais conselhos dos especialistas, está ficando cada vez mais fácil. A cada mês surgem novos tipos de ativos e veículos para colocar o dinheiro. Os mercados globais mais desenvolvidos, como os Estados Unidos e a Europa, estão mais familiarizados com opções fora do convencional, mas o Brasil agora está vivendo um momento de florescimento do setor financeiro que apresenta aos investidores novidades em um ritmo acelerado. É o caso, por exemplo, dos fundos de investimento em cannabis, um princípio ativo da maconha. 

Mesmo alternativas tradicionalíssimas como o ouro, há séculos uma reserva de valor universal, têm novidades para contar, como fundos de estruturas diferentes. Esses produtos atendem também a uma demanda por maior volume de ativos à disposição dos novos investidores que estão chegando ao mercado.

Do lado da regulação, o Banco Central e a Comissão de Valores Mobiliários vêm tentando acompanhar a evolução do mercado. O mais importante sempre é ter em mente que esses produtos inovadores geralmente são mais arriscados do que os convencionais. Conheça a seguir algumas das alternativas.  

(Arte/Exame)

Acompanhe tudo sobre:Investimentos de empresasOuroMaconhaArtes visuaisInvestidoresInvestimentos-pessoaisGuia de Investimentos

Mais de Revista Exame

Calor? Que calor?

De volta à pista: Tembici capta R$ 340 milhões para comprar 85 mil bicicletas elétricas

Relógios de quartzo viram tendência e perdem o estigma de vilão entre colecionadores

Defesa sob pressão: Zelensky troca comando da guerra para enfrentar avanço russo