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Redação Exame
Publicado em 11 de dezembro de 2025 às 06h10.
Mensagens de fim de ano enviadas ao chefe exigem atenção ao tom e ao conteúdo. Comentários inadequados, mesmo quando informais, podem gerar interpretações equivocadas e afetar a relação profissional com a liderança. Em um ambiente corporativo cada vez mais atento à comunicação, alguns tipos de mensagem devem ser evitados.
Erros costumam ocorrer quando o remetente mistura assuntos pessoais, informalidade excessiva ou ironias. O que parece inofensivo em uma conversa privada pode ganhar outro peso no contexto hierárquico do trabalho. Por isso, cautela e objetividade são recomendadas nesse tipo de contato.
Pedidos indiretos de aumento salarial, promoção ou reconhecimento financeiro não são apropriados em mensagens de fim de ano. Esse tipo de abordagem tende a deslocar o foco do encerramento do ciclo e pode ser interpretado como pressão fora de contexto.
Outro ponto sensível envolve queixas sobre carga de trabalho, conflitos internos ou críticas à gestão. Mesmo quando expressas de forma leve, essas observações podem gerar ruído na comunicação e comprometer a imagem profissional do remetente.
Mensagens longas demais, com excesso de emojis, piadas internas ou menções a episódios pessoais também devem ser evitadas. O formato corporativo pede clareza, concisão e linguagem adequada ao canal utilizado.
Mensagens curtas, diretas e respeitosas tendem a ser mais adequadas. Referências ao aprendizado ao longo do ano, agradecimentos objetivos e votos profissionais costumam ser melhor recebidos no ambiente de trabalho.
Manter o conteúdo alinhado ao contexto profissional contribui para um encerramento positivo do ano e ajuda a preservar uma comunicação equilibrada para o início do próximo ciclo.