Pop

Michael Jackson é responsável pelo nome de quase 200 mil brasileiros

Entre Maicon, Michael, Maico e Maicom, o Rei do Pop inspirou o nome de centenas de milhares no Brasil, sobretudo entre as décadas de 1980 e 1990

Michael Jackson: o popstar é responsável pelos nomes de quase 200 mil brasileiros (Richard E. Aaron/Redferns/Getty Images)

Michael Jackson: o popstar é responsável pelos nomes de quase 200 mil brasileiros (Richard E. Aaron/Redferns/Getty Images)

Paloma Lazzaro
Paloma Lazzaro

Estagiária de jornalismo

Publicado em 25 de abril de 2026 às 06h45.

Com a estreia de "Michael", a cinebiografia sobre o Rei do Pop, nesta semana, o mundo relembra um dos maiores ícones culturais do século XX.

Michael Jackson é, até hoje, o artista detentor do álbum mais vendido da história, "Thriller", com mais de 70 milhões de cópias vendidas, de acordo com dados da Billboard.

Em seu auge, nas décadas de 1980 e 1990, o artista quebrava repetidamente recordes de vendas e de prêmios, além de ter revolucionado o pop enquanto gênero.

Além das paradas musicais, a influência de Jackson também se estendeu aos RGs dos brasileiros. Atualmente, quase 200 mil cidadãos do país têm nomes baseados no Rei do Pop, como Maicon, Michael, Maico e Maicom, de acordo com dados do IBGE.

Maicons, Michaels, Maicos e Maicoms do Brasil

O nome de Michael Jackson inspirou, para além da grafia tradicional "Michael", outras três variantes populares. Todas as quatro formas tiveram seu pico de popularidade no ápice da carreira do cantor, nos anos 1980 e 1990, e queda após a década de 2000.

Maicon é a grafia mais numerosa, com 117.370 brasileiros registrados com o nome.

Maicon: nome é a adaptação mais comum de "Michael" no Brasil (IBGE / Reprodução)

Michael é a segunda mais comum, com 65.688. Em seguida vem Maicom, com 9.650, e Maico, com 5.919.

'Michael' se torna estreia de sucesso nos cinemas

A cinebiografia "Michael", sobre a vida do Rei do Pop, estreou com força ao redor do mundo nesta quinta-feira, 23.

Só no dia de abertura internacional, o filme arrecadou US$ 18,5 milhões, sendo US$ 16,6 milhões na quarta-feira, 22, e US$ 1,9 milhão em sessões de pré-estreia na terça, 21, de acordo com a Variety.

Nos EUA, o filme arrecadou entre US$ 12 milhões e US$ 13,5 milhões, segundo o The Hollywood Reporter, resultado comparável ao de grandes eventos cinematográficos como "Duna: Parte II" e "Oppenheimer".

O filme, dirigido por Antoine Fuqua e distribuído pela Lionsgate na América do Norte e pela Universal nos mercados internacionais, estreou simultaneamente em 82 países.

As projeções para o fim de semana de estreia completo, já incluindo os EUA, apontam para um total global de até US$ 155 milhões: entre US$ 65 milhões e US$ 75 milhões (ou mais) apenas no mercado americano, e entre US$ 75 milhões e US$ 80 milhões nos demais mercados.

Se confirmado, o resultado final nos EUA sozinho já superaria o recorde histórico de abertura para uma cinebiografia musical, desbancando "Straight Outta Compton" (US$ 60,2 milhões) e "Bohemian Rhapsody" (US$ 55 milhões).

Segundo projeções publicadas pelo portal Deadline, o longa deve arrecadar entre US$ 55 milhões e US$ 60 milhões apenas no fim de semana de estreia nos Estados Unidos.

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