Documentário "O Mistério de Varginha": produção revisita um dos casos ufológicos mais conhecidos do Brasil (USAF)
Redação Exame
Publicado em 6 de janeiro de 2026 às 12h53.
Última atualização em 6 de janeiro de 2026 às 13h01.
A TV Globo estreia nesta semana a mini-série documental "O Mistério de Varginha", produção que revisita um dos casos ufológicos mais conhecidos do Brasil, ocorrido em 1996 no Sul de Minas Gerais.
Dividida em três episódios, a obra reúne depoimentos inéditos, documentos, áudios e arquivos históricos nunca exibidos, propondo uma nova leitura sobre o episódio que projetou Varginha nacional e internacionalmente.
A série documental vai ao ar nos dias 6, 7 e 8 de janeiro, sempre após a exibição da Tela Quente, na faixa nobre da programação da TV Globo. Além da transmissão na TV aberta, o documentário também ficará disponível no streaming Globoplay.
A produção marca os 30 anos do caso do ET de Varginha, ocorrido em 20 de janeiro de 1996, e teve pré-estreia gratuita para o público da cidade no dia 4 de janeiro, no Memorial do ET, reunindo centenas de moradores e visitantes.
A mini-série é composta por três episódios, cada um com cerca de 45 minutos de duração. Ao longo dos capítulos, a narrativa reconstrói a sequência de acontecimentos ligados ao suposto avistamento e às repercussões do caso ao longo de quase três décadas, de acordo com o G1.
“O Mistério de Varginha” revisita o episódio a partir de múltiplas perspectivas. A série acompanha as três jovens conhecidas como as “meninas do ET” — Kátia Andrade Xavier, Liliane Fátima da Silva e Valquíria Aparecida da Silva — que afirmam ter visto uma criatura estranha em um terreno baldio da cidade em 1996. No documentário, elas relembram o episódio e falam sobre como o caso impactou suas vidas.
Além disso, a produção reúne relatos de moradores, depoimentos de militares, investigadores e especialistas, além da recuperação de materiais jornalísticos e registros oficiais. Para parte dos entrevistados, o mistério permanece vivo no imaginário local, enquanto outros defendem explicações alternativas para o cas