Michael Jackson, Rihanna, Katy Perry e Kendrick Lamar protagonizaram apresentações inesquecíveis (Getty Images).
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Publicado em 8 de fevereiro de 2026 às 16h28.
O show do intervalo do Super Bowl é hoje um evento com audiência global que ultrapassa centenas de milhões de pessoas.
Em 2026, a expectativa gira em torno de Bad Bunny, que se apresenta neste domingo, 8. Ele é primeiro artista porto-riquenho e primeiro a fazer uma apresentação 100% em Espanhol no intervalo do jogo.
Criado em 1967 com apresentações simples de bandas marciais, o halftime show passou por uma transformação radical a partir dos anos 1990. Desde então, grandes estrelas da música passaram a usar o palco do Super Bowl como vitrine e até movimento político. Confira os shows que mais marcaram a história do Super Bowl.
Audiência: 133,5 milhões de espectadores
O recorde absoluto de audiência pertence a Kendrick Lamar, que comandou o show do intervalo do Super Bowl LIX. A apresentação consolidou o rapper como um dos artistas mais influentes de sua geração, unindo discurso social, estética cinematográfica e produção de alto nível.
O desempenho veio em um momento decisivo de sua carreira, impulsionado por reconhecimento crítico, recordes de streaming e múltiplos prêmios. Além da audiência televisiva, o show gerou forte repercussão digital, com crescimento expressivo nas execuções de suas músicas nas plataformas de streaming nas horas seguintes ao evento.
Audiência: 133,4 milhões de espectadores
Mesmo três décadas depois, o show de Michael Jackson segue como referência histórica. Antes dele, o intervalo do Super Bowl era visto como entretenimento secundário. O Rei do Pop mudou essa percepção ao entregar uma apresentação coreografada, com narrativa, grandes efeitos visuais e hits globais como “Billie Jean” e “Black or White”.
O impacto foi imediato: o público permaneceu ligado durante o intervalo, algo incomum até então. A partir de 1993, a NFL passou a tratar o halftime show como um produto central, abrindo caminho para a era dos grandes espetáculos musicais.
Audiência: 123,4 milhões de espectadores
O show de Usher marcou um retorno triunfal do artista ao centro da cultura pop. Com um repertório que percorreu diferentes fases da carreira, a apresentação apostou em coreografias intensas, convidados especiais e forte apelo nostálgico.
O desempenho impulsionou significativamente o catálogo do cantor nas plataformas digitais e reafirmou o poder do Super Bowl como catalisador comercial e cultural. A audiência expressiva colocou Usher entre os cinco shows mais vistos da história do evento.
Audiência: 121 milhões de espectadores
O retorno de Rihanna aos palcos, após anos afastada da música, foi um dos momentos mais comentados da história recente do Super Bowl. Além do repertório de sucessos, a cantora surpreendeu ao revelar sua gravidez durante a apresentação, o que ampliou ainda mais a repercussão global do show.
A performance gerou recordes de engajamento nas redes sociais e um aumento imediato no consumo de suas músicas.
Audiência: 118,5 milhões de espectadores
O show de Katy Perry ficou marcado pelo forte apelo visual e pela mistura de fantasia e cultura pop. A entrada montada em um leão mecânico gigante se tornou um dos símbolos mais lembrados do Super Bowl na década passada.
A apresentação contou ainda com participações de Lenny Kravitz e Missy Elliott. O evento ajudou a consolidar o halftime show como um produto altamente compartilhável nas redes sociais, inaugurando a era dos memes e dos clipes virais ligados ao Super Bowl.
Bad Bunny chega ao evento como um o artista mais ouvido do mundo em 2025, segundo o Spotify, e depois de ter ganhado três Grammys, com destaque para Álbum do Ano. Ele tem forte apelo entre públicos fora dos Estados Unidos, especialmente na América Latina e na Europa, que impulsionam sua popularidade.
A apresentação do cantor acontece por volta das 21h45, e você pode assistir pelo Disney+, GE TV (Youtube) e Sportv, com pré-jogo a partir das 19h30.