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Votação para privatização da Cedae no Rio é adiada

A privatização da Companhia Estadual de Águas e Esgoto é parte de acordo entre o governador Luiz Fernando Pezão e o governo federal

Cedae: caso aprovada, a privatização pode liberar R$ 3,5 bilhões ao governo fluminense (Cedae/Divulgação)

Cedae: caso aprovada, a privatização pode liberar R$ 3,5 bilhões ao governo fluminense (Cedae/Divulgação)

AB

Agência Brasil

Publicado em 13 de fevereiro de 2017 às 16h16.

A votação para privatizar a Companhia Estadual de Águas e Esgoto (Cedae), marcada para esta terça-feira (14), na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) foi adiada.

Em comunicado divulgado no início da tarde de hoje (13), a presidência da Alerj informou que não há data prevista para a votação.

A privatização da Cedae é parte de acordo entre o governador Luiz Fernando Pezão e o governo federal para a liberação de R$ 3,5 bilhões.

Com estes recursos o governador pretende pagar os funcionários que estão com os salários parcelados e sem receberem o décimo terceiro salário.

O atraso no pagamento dos funcionários levou esposas de policiais militares a fazerem ato de protesto em diversos batalhões.

A íntegra da nota é a seguinte: "A presidência da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) comunica o adiamento da votação do Projeto de Lei 2.345/17, que autoriza o uso das ações da Cedae para viabilizar empréstimo de R$ 3,5 bilhões da União.

Prevista para terça-feira (14/02), a partir de 15h, a votação ainda não tem nova data marcada".

Parte da sociedade é contra a privatização da Cedae. Um dos fatos que contribuiu para adiar o calendário da Alerj foi o princípio de incêndio que ocorreu na manhã desta segunda-feira, no prédio principal da assembleia.

O incêndio impediu a realização do encontro de líderes que iriam debater o projeto antes da votação.

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