Negócios

Vivendi eleva oferta por Gameloft para € 680 milhões

A Vivendi elevou sua oferta não solicitada pela Gameloft pela segunda vez, adicionando pressão sobre a família Guillemot


	Vivendi: a Vivendi aumentou a oferta para 8 euros por ação ante 7,20 euros colocados na mesa anteriormente
 (Patrick Hertzog/AFP)

Vivendi: a Vivendi aumentou a oferta para 8 euros por ação ante 7,20 euros colocados na mesa anteriormente (Patrick Hertzog/AFP)

DR

Da Redação

Publicado em 19 de maio de 2016 às 17h42.

Priorizar nos meus resultados Google

Paris - O grupo francês de mídia Vivendi elevou nesta quinta-feira sua oferta não solicitada pela Gameloft pela segunda vez, adicionando pressão sobre a família Guillemot, fundadora da produtora de videogames.

A Vivendi, liderada pelo bilionário Vincent Bollore, aumentou a oferta para 8 euros por ação ante 7,20 euros colocados na mesa anteriormente. A nova oferta avalia a Gameloft em cerca de 680 milhões de euros ante 610 milhões da proposta anterior.

A Vivendi já tem 29,37 por cento das ações e 26,47 por cento do poder de voto até agora. O grupo lançou a oferta pela Gameloft em fevereiro e simultaneamente ampliou sua fatia na Ubisoft para 17,7 por cento. A Ubisoft é a irmã maior da Gameloft.

Ambos os movimentos foram considerados hostis pela família Guillemot, que fundou as duas empresas e controla seus respectivos Conselhos de Administração.

A Vivendi, que está concentrando seus negócios ao redor da Universal Music Group e da empresa de TV paga Canal+ Group, quer retornar ao mercado de videogames para ampliar sua posição no setor de conteúdo e mídia. O grupo francês vendeu em 2013 a produtora de videogames Activision Blizzard em 2013 para reduzir dívida.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas francesasGamesVivendi

Mais de Negócios

Dona do famoso ‘potão’ e fenômeno no exterior, mineira Skala investe R$ 150 milhões em nova fábrica

Ex-entregador de pizza lidera negócio de US$ 300 milhões e alerta para o 'inferno' das franquias

De franqueada a CEO: ela começou com uma 5àsec em Belém e agora vai liderar a rede no Paraguai

Bares e restaurantes crescem pelo 11º mês seguido, mas margens ficam mais apertadas