Negócios

Vendas globais do McDonald's caem 0,3% em maio

Apenas nos EUA, as vendas recuaram 2,2%, acima do declínio de 1,7% esperado


	A rede de lanchonetes vinha enfrentando dificuldades com a concorrência no mercado norte-americano e com questões de segurança alimentar na Ásia
 (Jason Alden/Bloomberg)

A rede de lanchonetes vinha enfrentando dificuldades com a concorrência no mercado norte-americano e com questões de segurança alimentar na Ásia (Jason Alden/Bloomberg)

DR

Da Redação

Publicado em 8 de junho de 2015 às 14h33.

Nova York - As vendas globais do McDonald's caíram 0,3% em maio no conceito mesmas lojas (lojas abertas há um ano ou mais), menos do que a queda de 0,9% prevista por uma pesquisa feita pela Consensus Metrix.

Apenas nos EUA, as vendas recuaram 2,2%, acima do declínio de 1,7% esperado. Esse foi um dos últimos relatórios públicos da empresa, que pretende parar de divulgar dados mensais sobre vendas a partir de 1º de julho.

Às 13h30 (de Brasília), as ações do McDonald's, que integram o índice Dow Jones, caíam 0,13%.

Desde que Steve Easterbrook assumiu o cargo de executivo-chefe da empresa, há três meses, o McDonald's anunciou várias mudanças em seus negócios, incluindo planos para limitar o uso de antibióticos nas carnes de frango e vender hambúrgueres premium e outros novos sanduíches.

A rede de lanchonetes vinha enfrentando dificuldades com a concorrência no mercado norte-americano e com questões de segurança alimentar na Ásia.

Na região Ásia-Pacífico, Oriente Médio e África, as vendas do McDonald's caíram 3,2% em maio, ante expectativa de queda de 3,8%. Na Europa, as vendas subiram 2,3%, mais que a estimativa de alta de 0,6%.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasAlimentos processadosComércioEmpresas americanasAlimentaçãoMcDonald'sFranquiasRestaurantesVendasFast foodIndústria

Mais de Negócios

Aos 23 anos, ele já lucrou mais de US$ 1 milhão com ações e hoje trabalha apenas 1h30 por dia

OPINIÃO: Nadella matou o SaaS. Só errou a causa da morte

Aos 42 anos, ela trocou o urbanismo por sorvetes artesanais e agora fatura US$ 2,8 milhões por ano

Linguiça de peixe e geleia de gengibre: a foodtech que nasceu em uma sala de aula no Amapá