Negócios

Vazamento de petróleo da BP pode elevar custos, diz Eike

São Paulo - O vazamento de petróleo em um poço da British Petroleum no Golfo do México poderá aumentar os custos de extração na região pré-sal do Brasil, afirmou nesta segunda-feira o bilionário Eike Batista, presidente do grupo EBX, holding que congrega empresas como a OGX, do setor de petróleo. "Aumentaria o custo com certeza, […]

EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 10 de outubro de 2010 às 03h39.

São Paulo - O vazamento de petróleo em um poço da British Petroleum no Golfo do México poderá aumentar os custos de extração na região pré-sal do Brasil, afirmou nesta segunda-feira o bilionário Eike Batista, presidente do grupo EBX, holding que congrega empresas como a OGX, do setor de petróleo.

"Aumentaria o custo com certeza, mas numa dimensão que não inviabilizaria o retorno ao investimento", declarou ele ao ser questionado sobre o assunto em um evento em São Paulo.

Especialistas no país alertaram, após o vazamento no golfo, que o Brasil deveria tomar medidas preventivas para evitar acidentes como aquele na área de exploração da BP, já que os equipamentos utilizados pela indústria atualmente poderiam não ser adequados às profundidades maiores do pré-sal.

Banda Larga

Eike confirmou ainda que pretende entrar em serviços de Internet de banda larga.

"Com um investimento de 10 milhões de reais você cria uma empresa que pode fornecer banda larga a 40 reais", afirmou.

Ele acrescentou que o modelo do negócio ainda está em estudo e que poderia ser por meio de um parceria público-privada.

Acompanhe tudo sobre:PersonalidadesPetróleoInternetEmpresáriosEnergiaEike BatistaOSXMMXBanda larga

Mais de Negócios

EXCLUSIVA: Os planos da The Best Açaí para aumentar faturamento e dominar os EUA

Campus da Saint Paul vira palco de discussões que devem moldar o futuro do ensino no Brasil

De corretor a 'guru do retrofit': ele mudou o Centro de Porto Alegre ao reformar prédios abandonados

Da escola doméstica à IA: como a Philips Walita quer crescer 30% neste ano