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Vale prevê terminar 2017 com dívida entre US$ 14 e 16 bilhões

Segundo a empresa, os desinvestimentos e cortes de despesas são alavancas importantes para impulsionar a revalorização da Vale

Vale: a empresa está adotando medidas para melhorar a realização de preços do minério de ferro (Pilar Olivares/Reuters)

Vale: a empresa está adotando medidas para melhorar a realização de preços do minério de ferro (Pilar Olivares/Reuters)

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Reuters

Publicado em 20 de setembro de 2017 às 19h31.

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São Paulo - A mineradora Vale projetou em apresentação divulgada nesta quarta-feira que deve fechar o ano com dívida líquida entre 14 bilhões e 16 bilhões de dólares, ante 22,1 bilhões de dólares registrados ao final do segundo trimestre.

No final de julho, o presidente-executivo da companhia, Fabio Schvartsman, havia dito que meta da Vale de reduzir o endividamento para cerca de 15 bilhões de dólares deveria ser atingida em algum momento em 2018.

Segundo a empresa, a desalavancagem, que tem sido feita por meio de desinvestimentos e cortes de despesas, entre outros, é alavanca importante para impulsionar a revalorização da Vale.

De acordo com a apresentação, a Vale está adotando medidas para melhorar a realização de preços do minério de ferro, que devem resultar em ganho adicional de 400 milhões a 600 milhões de dólares no Ebitda ajustado do segundo semestre de 2017.

A empresa afirmou ainda que a geração de fluxo de caixa livre será forte o suficiente para dar a opcionalidade de distribuição de dividendos, além de reduzir a dívida.

Com grandes projetos como o de minério de ferro S11D em fase final de investimentos, a Vale projeta menores aportes para os próximos anos.

Para 2017, a companhia manteve a estimativa de Capex de 4,2 bilhões de dólares, ante 5,5 bilhões em 2016. A empresa projetou ainda investimentos de 3,5 bilhões a 4 bilhões de dólares em 2018 e de 3,2 bilhões a 3,7 bilhões em 2019.

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