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Total trabalha "normalmente" em parceria com OGX no CE

Segundo diretor-geral da Total no Brasil, situação da empresa até o momento não alterou a atuação do consórcio no bloco CE-M-661


	Total: "Tem que perguntar para a OGX para saber o que eles querem fazer, se eles querem vender ou não. Agora, é um problema da OGX, primeiro eles tem que resolver", disse diretor da Total no país
 (Total E&P UK via Bloomberg)

Total: "Tem que perguntar para a OGX para saber o que eles querem fazer, se eles querem vender ou não. Agora, é um problema da OGX, primeiro eles tem que resolver", disse diretor da Total no país (Total E&P UK via Bloomberg)

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Da Redação

Publicado em 30 de outubro de 2013 às 15h57.

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Rio - O diretor-geral da Total no Brasil, Dennis Palluat de Besset, afirmou nesta quarta-feira, 30, que aguarda uma definição da situação da OGX para avaliar a parceria com a petroleira de Eike Batista no bloco no Ceará, arrematado na 11ª rodada de concessões da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

"Tem que perguntar para a OGX para saber o que eles querem fazer, se eles querem vender ou não. Agora, é um problema da OGX, primeiro eles tem que resolver."

Segundo Besset, a situação da empresa até o momento não alterou a atuação do consórcio no bloco CE-M-661, arrematado por R$ 40,4 milhões pelo consórcio integrado também pela Queiroz Galvão.

"Trabalhamos com a OGX normalmente, são muito bons profissionais, participam. Vamos ver como a situação da Justiça evolui. Mas é um parceiro que tecnicamente é o tipo que gostamos muito", completou.

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